[2017] Há 10, 20, 30 e 40 Anos…

Como fiz ano passado, resolvi escrever esse texto sobre filmes e games do passado. Estamos em 2017 e assim vamos ver o que rolou em 2007, 1997 e 1987, quando o assunto é cinema e videogames. No quesito cinema, resolvei separar 2 filmes pra cada ano, um representando algo que deu certo e o outro que foi um tiro no pé. Pra games também selecionei 2 games, mas ambos de sucesso e que geraram franquias enormes, muitas até hoje ganhando novos jogos. E indo mais ao longe dos anos, 40 anos atrás, coloquei 2 menções do ano 1977, porque esse ano foi crucial tanto pra filmes, como para os games como o conhecemos.

Há 10 anos, em 2007…

Nos Cinemas (Sucesso):

Ratatouille

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Considero Ratatouille o melhor filme da Disney-Pixar, e isso não é pouca coisa no estúdio responsável por Toy Story, Procurando Nemo, Wall-e, Up, Os Incríveis, Monstros S.A. e outros. Então, estou dizendo que seja minha filme-animação preferido de todos os tempos, simplesmente. A história do ratinho cozinheiro e que faz tudo pra poder exercer seu ofício é muito envolvente, e com uma conclusão emociante. E o filme rola em Paris, e isso já garante também imagens incríveis da cidade-luz.

Nos Cinemas  (Fracasso):

Homem Aranha 3

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O que houve aqui? O que aconteceu com o Sam Raimi? Depois de 2 filmes tão especiais do Homem Aranha (o segundo, com certeza, é um dos melhores filmes baseados em HQ de todos tempos), ele entrega esse terceiro filme, que o mínimo que se pode dizer é que é ‘equivocado’. Só posso creditar isso a fãs ou produtores que insistiram pro diretor colocar um personagem que ele não sabia ou não queria lidar (Venom), e assim ‘deu ruim’ no filme todo. Pouca coisa ou quase nada se salva aqui. Triste final de trilogia e o personagem só se recuperou hoje, 10 anos depois, com seu primeiro-filme solo na Marvel Studios.

Nos Games:

Assassin’s Creed

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Apesar de ser  até recente com 10 anos, Assassin’s Creed já ganhou diversos títulos. A série teve uma aceitação enorme no segundo game, Assassin’s Creed II de 2009, ainda hoje considerado o melhor da série. Infelizmente, perdeu o gás nos últimos anos, porque Ubisoft desgastou lançando um game atrás de outro, e porque o primeiro game da nova geração, Assassin’s Creed Unity, teve um lançamento desastroso com vários defeitos e bugs no game, o que deixou os fãs irritados.  O último foi Assassin’s Creed Syndicate de 2015 (que eu simplesmente adorei), mas já temos anunciado Assassin’s Creed Origins, que depois de 2 anos de descanso, vai tentar levantar a moral da série de novo. Aguardemos.

Super Mario Galaxy

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Incrível que Mario mesmo com tanto tempo de vida, ainda consegue trazer games mágicos como esse Super Mario Galaxy do Wii (e sua sequel é ainda melhor). Houve toda uma reimaginação de físicas, com ele caminhando entre planetas, e também o bom uso do wiimote. E graficamente, a direção de arte faz como que se o Wii fosse compatível com vgs HD da época. Enfim, mais um game obrigatório do bigodudo.

Há 20 anos, em 1997…

Nos Cinemas (Sucesso):

Titanic

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Reconheço que não sou um grande fã ou grande admirador de Titanic. Gosto do filme, assistível, acho eficiente pro que se propõe, e só. Mas não posso deixar de dizer que até sei porque fez o estouro que fez. Dá pra saber porque o público ficou tão exaltado por ele. O filme soube o que fazer pra agradar todos os públicos. Titanic traz um bom registro histórico, um romance que envolve os mais apaixonados, e efeitos especiais que ajudam a mostrar bem o drama vivido no desastre ocorrido. Tudo bem realizado (afinal, o James Cameron é um senhor diretor). Ou seja, conseguiu agradar todo mundo. Uns mais, outros menos, mas uma grande massa aprovando (a bilheteria que teve meio que demonstra isso).

Nos Cinemas (Fracasso):

Batman & Robin

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Sou daqueles que até gostou do Batman Eternamente, filme anterior da série, dirigido também por Joel Schumacher. Não o acho terrível como muitos o acham. Minha questão talvez seja que ele não fica tão abaixo aos do Batman do Tim Burton (acho ele melhor que o Batman de 1989, por exemplo – desculpe). Já esse aqui, não tem defesa mesmo. Batman Eternamente fez sucesso nas bilheterias, daí, na realização desse aqui, todo mundo da produção resolveu dar pitaco demais no filme e Schumacher não conseguiu filtrar o que colocar, e assim acabou colocando tudo. Personagens demais, pra trama ‘demenos’, muitas piadas fora de hora e sem graça, cenários e figurinos dignos de escola de samba. Enfim, o filme quase enterrou de vez a fama de Batman nos cinemas. Graças que personagem é maior que isso e conseguiu dar a volta alguns anos depois.

Nos Games:

Grand Theft Auto

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E Grad Theft Auto completa 20 anos. Uma das séries mais importantes da atual indústria de games. GTAV lançado em 2013 ainda vende muito nos atuais consoles de 8ª geração e PCs. Começou como jogo de nicho, meio proibido no meio por tratar de roubo de carros, com visão aérea, e gráficos mais simples, mas upou tudo no seu 3º game, o primeiro em 3D. Abusou de um mapa aberto com possibilidades mil nas missões. Desde então, continua mantendo o bom nome com jogos, que evoluem muito de um pra outro.

Goldeneye 007

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Antes de Goldeneye 007, os consoles basicamente ganhavam ports de FPS dos computadores. Aqui a Rare criou um game FPS próprio pra consoles, baseado no filme de 1995 do agente britânico estrelado pelo ator Pierce Brosnan. Com grandes gráficos, missões cabulosas, e o principal: multiplayer local de até 4 pessoas. Foi um sucesso e um dos principais da geração. Desde então o estilo de jogo cresceu muito e já é também um dos mais consumidos nos consoles, não se limitando somente ao público de PCs.

Há 30 anos, em 1987…

Nos Cinemas (Sucesso):

A Hora do Pesadelo 3 – Os Guerreiros dos Sonhos 

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Difícil escolher o filme de 1987 que me marcou mais. Os Intocáveis, Máquina Mortífera, Robocop, Nascido para Matar, Predador, Coração Satânico, Antes só do que Mal Acompanhado, Os Garotos Perdidos, Te Pego Lá Fora. Foi um ano muito bom mesmo. Escolhi esse terceiro filme da série A Hora do Pesadelo, porque terror/slashers era o que consumia muito na época, em que estava descobrindo cinema em si, e época dos VHS onde podemos passar e ver tudo, completamente tudo, em casa. Enfim. Essa é a melhor sequel de A Hora do Pesadelo. Depois do segundo filme fugir das regras da série (com Freddy tentando atacar no mundo real), aqui resolveram sabiamente voltar com seus elementos clássicos de mortes nos pesadelos, e assim trouxeram até 2 personagens/atores do filme original (Nancy e seu pai). Além é claro, da presença marcante de Robert Englund como Freddy Krugger, um dos maiores vilões dos pesadelos adolescentes da década de 80.

Nos Cinemas (Fracasso):

Superman IV – Em Busca da Paz

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Criei essa categoria de ‘fracassos’ do cinema nesse texto, porque por coincidência tivemos 3 filmes de HQ que quase enterraram seus personagens/franquias nos anos citados. No caso, do Homem Aranha 3 e Batman & Robin, podemos dizer ‘quase’ já que ambos conseguiram voltar depois com filmes mais respeitados. Já com Superman são 30 anos sem um filme que o traga ‘de volta’ por causa desse verdadeiro desastre que foi esse quarto filme estrelado por Christopher Reeves.  Terríveis efeitos especiais, o pior vilão de filmes HQ (um tal Homem Nuclear) e mensagem pacifista meio simplória (ou tratada de forma simplória). De positivo, só a reunião do elenco carismático (Reeves, Margot Kidder e Gene Hackman), mas melhor ver eles juntos em filmes melhores (como Superman I e II).

Nos Games:

Megaman

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E eis que o robô-azul surgi. A série tinha a constante de você poder escolher qual chefe enfrentar primeiro, e ao ganhar a batalha pode ganhar sua arma, podendo usá-la nas fases/chefes seguintes. O primeiro jogo foi muito bom, mas Megaman II é o game preferido de muitos que jogaram Nintendo 8 bits, uma sequel realmente upou tudo o que o roiginal trouxe. Mas, no meu caso, Megaman III foi um dos meus primeiros games que joguei no Nes e, com certeza, o que mais joguei no console, sendo o mais marcante. Com ele veio minha paixão por jogos de vg. A série evoluiu em outras vertentes como a série Megaman X, Megaman Zero, Megaman Legends, Megaman Battle Networks, e outras mas o originais de 8 bits ainda se mantem com uma das mais memoráveis do mundo do videogames.

Double Dragon

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Vale lembrar que 1987 foi o ano que surgiu Street Fighter também, mas como esse só virou febre com Street Fighter II – The Wordl Warrior, lançado em 1989, resolvi falar desse jogo que também virou uma grande febre, ganhando ports mil pra vários consoles. Todo mundo que tinha algum videogame naquela época, possivelmente jogou algum game dessa série. Basicamente, criou/consolidou o gênero beat’em up, que atualmente anda esquecido e abandonado, mas dominou total no fim dos anos 80 e começo dos anos 90, com vários títulos famosos (até Simpsons, Alien vs Predador, X-Men, Vingadores ganharam jogos beat’em up). Muita porrada numa jornada de dois irmãos gêmeos para salvar sua amada Marian.

Há 40 anos, em 1977…

Nos Cinemas:

Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança a.k.a. ‘Guerra nas Estrelas

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O que dizer de “Star Wars Episódio IV” (na época chamado aqui de Guerra nas Estrelas)? O filme simplesmente criou o cinema de entretenimento como o conhecemos hoje. Sim, temos o antes e o depois do cinema por causa de Star Wars. O filme salvou de vez o estúdio 20th Century Fox da falência; criou a Lucas Arts que dominou a indústria de efeitos especiais nos anos seguintes; consolidou de vez o ‘blockbuster’ do verão americano; gerou uma imensidade de clones que até hoje surgem; não deixa de criar novos fãs aficionados que se renova a cada filme da série lançado. Enfim, com certeza, um dos filmes mais importantes da indústria do cinema americano (quisá mundial).

Nos Games:

Atari 2600

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Pois é, o velho Atari 2600 está completando 40 anos. Com certeza, uma verdadeira febre na época nos EUA. No Brasil, a febre veio um pouco mais tarde, já que ele chegou aqui só em 1983. E curiosamente em 1983, a febre dele tinha acabado no resto do mundo, porque a Atari lotou o mercado com jogos podres durante uns anos (ET, alguém?), e assim a indústria dos vgs como um todo passou por um crash, que só foi salvo em 1985 com o surgimento do Nintendo 8 bits. Eu vivenciei essa febre pelo vg. Todo mundo aqui tinha um e todo mundo jogava na casa de todo mundo seus jogos. Foi uma época incrível. Hoje, já não vejo com tanto carinho sua biblioteca de jogos, porque games tem gráficos abaixo dos aceitáveis (pra mim) e suas metas eram basicamente juntar pontuação alta, sem um final ou uma conclusão pra história. Mas foi sim, uma época importante e que marcou muito quem a vivenciou, com jogos históricos.

Aqui o texto do ano passado:

2016

 

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[Top 8] Playstation 4

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Videogame da Sony da 8ª geração. Depois do bom trabalho realizado no fim da geração passada, onde a Sony conseguiu recuperar parte de seu público, PS4 já chegou bem aceito no mercado. O console continua ganhando grandes jogos das thirdies e jogos exclusivos da Sony. Infelizmente, com essa guerra tecnológica rolando solta, Sony se viu obrigada a lançar o que muitos dizem ser “dlc de console”, um update, que em tese vai fazer gráficos pra TVs 4k. O grande público ainda não aderiu a isso, mas de qualquer forma, PS4 ainda é o console da gen.

8º – Saints Row IV Re-Elected & Gat out of Hell (Deep Silver)

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Um dos open world mais insanos que existe. Você controla o presidente dos EUA, e isso já diz tudo. Como não se passa num mundo real e sim virtual, agora o personagem ganha poderes de super-herói, praticamente um ‘The Flash’ num mundo aberto.

7º – InFamous Second Son (Sucker Punch)

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Terceiro jogo da série, agora na nova geração. Talvez tenho o melhor jogo no início de vida do PS4. Não curti muito a mudança de protagonistas (antes era Cole MacGrath agora é Delsin Rowe). Tem adições boas com fazer pichações e poder mudar os poderes no decorrer do game. Apesar de preferi os do PS3, esse aqui foi uma ótima sequel pra nova gen.

6º – Until Dawn (Supermassive Games)

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Game baseado nos clássicos filmes de terror dos anos 80 (Halloween, Sexta-feira 13, A Hora do Pesadelo e afins).  Difícil talvez seja defini-lo. Pegando no wikipedia temos: ‘interative drama survival horror adventure videogame’. Definição longa, mas basicamente tem um esquema interativo de ‘Heavy Rain’, onde suas escolhas vão mudando o rumo da história. De qualquer forma, não importa definições, o game é ótimo.

5º – Uncharted 4 A Thief’s End (Naughty Dog)

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O aventureiro número 1º dos games volta na nova geração. Naughty Dog faz o trabalho competente de sempre no game que traz ainda muita ação  numa história de origem do personagem principal.

4º – Grand Thef Auto V (Rockstar)

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Desceu no top porque joguei muito no PS3, e aqui no PS4 acabei jogando menos, só fechando a versão, sem fazer muita coisa extra. Mas continua meu open world número 1. Simplesmente arrasador em qualquer versão.

3º – Mortal Kombat X/XL (NetherRealm/Warner)

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Continuou com eficiência a boa experiência do game anterior (lançado em 2011 pra PS3/360/PC). História acontece muitos anos depois dos eventos do anterior, com os personagens clássicos agora mais velhos e tendo que lidar com uma turma mais nova. Ficou um contraste bem interessante. E adicionou mais personagens de cinema (dessa vez: Jason, Predador, Alien e Letherface).

2º – The Witcher 3 Wild Hunt (CD Projekt Red)

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Ainda não está em primeiro no top, porque ainda o estou jogando e descobrindo tudo do game, mas tem tudo pra se tornar número 1 da gen (na minha opinião) logo, logo. Gráficos soberbos.

1º – Assassin’s Creed Syndicate (Ubisoft)

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Curiosamente, mesmo sendo o 8º jogo da série (falando dos título principais), esse foi o primeiro que joguei e adorei, principalmente, pela ambientação na Londres dos anos 1800. Série ficou desgastada pelo lançamento anual de títulos, mas esse aqui continua admirável.

*Provavelmente, iriei adicionar ou mudar esse top no decorrer de vida do console, mas no momento, já tenho esses 8 jogos notáveis pra comentar.

[Especial] Filmes Vistos em 2016

Janeiro/2016

01) De Volta Para o Futuro (Robert Zemeckis, 1985) 5/4 Revisto
02) De Volta Para o Futuro Parte 2 (Robert Zemeckis, 1989) 5/4 Revisto
03) De Volta Para o Futuro Parte 3 (Robert Zemeckis, 1990) 4/4 Revisto
04) O Vingador do Futuro (Len Wiseman, 2012) 2/5 Revisto
05) Os Caçadores da Arca Perdida (Steven Spielberg, 1981) 5/4 Revisto
06) Indiana Jones e o Templo da Perdição (Steven Spielberg, 1984) 5/4 Revisto
07) Indiana Jones e a Última Cruzada (Steven Spielberg, 1989) 4/4 Revisto
08) Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Steven Spielberg, 2008) 3/4 Revisto
09) Os 8 Odiados (Quentin Tarantino, 2016) 4/4
10) A Morte Pede Carona (Robert Harmon, 1986) 4/4 Revisto
11) O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel Versão Estendida (Peter Jackson, 2001) 5/4
12) A Recompensa (Richard Shepard, 2013) 2/4
13) O Senhor dos Anéis – As Duas Torres Versão Estendida (Peter Jackson, 2002) 4/4
14) Guerra Mundial Z (Marc Foster, 2013) 2/4
15) O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei Versão Estendida (Peter Jackson, 2003) 5/4

Fevereiro/2016

16) Martin (George A Romero, 1976) 4/4
17) Pelo amor e Pela Morte (Michele Soavi, 1993) 3/4
18) Passageiros (Rodrigo Garcia, 2008) 2/4
19) O Feitiço do Tempo (Harold Ramis, 1993) 3/4 Revisto
20) Mad Max – Estrada da Fúria (George Miller, 2015) 5/4 Revisto
21) DeadPool (Tim Miller, 2015) 3/4
22) Os Meninos (Narciso Ibañez Serrador, 1976) 4/4
23) Loosies (Michael Corrente, 2012) 1/4
24) Carnaval das Almas (Herk Hervey, 1962) 3/4

Março/2016

25) Magia Negra (Richard Attenborough, 1978) 3/4
26) Kinsey – Vamos Falar de Sexo (Bill Condon, 2004) 2/4 Revisto
27) Banho de Sangue (Mario Bava, 1971) 5/4 Revisto
28) Quero Matar Meu Chefe (Seth Gordon, 2011) 2/4
29) Ted 2 (Seth MacFarlane, 2015) 1/4
30) Ted (Seth MacFarlane, 2012) 3/4 Revisto
31) Férias Frustradas (Jonathan Goldstein e John Francis Daley, 2015) 3/4 Revisto
32) Batman vs Superman – A Origem da Justiça (Zack Snyder, 2016) 2/4
33) Batman vs Superman – A Origem da Justiça (Zack Snyder, 2016) 2/4 Revisto
34) O Despertar (Nick Murphy, 2011) 2/4

Abril/2016

35) Farsa Trágica (Jacques Tourneur, 1963) 2/4
36) Rua Cloverfield 10 (Dan Trachtenberg2016) 3/4
37) Hulk (Ang Lee, 2003) 2/4 Revisto
38) Hush – A Morte Ouve (Mike Flanagan, 2016) 3/4
39) Te Amarei pra Sempre (Robert Schwentke, 2009) 1/4
40) Circle (Aaron Hann e Mario Miscione, 2015) 3/4
41) Capitão América – O Primeiro Vingador (Joe Johnston, 2011) 4/4 Revisto
42) Capitão América 2 – O Soldado Invernal (Anthony e Joe Russo, 2014) 5/4 Revisto
43) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4
44) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
45) Aniversário Sangrento (Edward Hunt, 1981) 1/4

Maio/2016

46) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
47) Qual é o seu Número? (Mark Mylod, 2011) 2/5
48) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
49) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
50) X-Men – O Filme (Brian Singer, 2000) 3/4 Revisto
51) X-Men 2 (Brian Singer, 2003) 5/4 Revisto
52) X-Men – O Conflito Final (Brett Ratner, 2006) 2/4 Revisto
53) X-Men – Primeiro Classe (Matthew Vaughn, 2011) 2/4 Revisto
54) X-Men – Dias de um Futuro Esquecido (Brian Singer, 2014) 3/4 Revisto
55) X-Men Apocalipse (Brian Singer, 2016) 2/4
56) Sexta-Feira 13 (Sean S Cunnigham, 1980) 5/4 Revisto
57) Imagens do Além (Masayuki Ochiai, 2008) 1/4

Junho/2016

58) Mulheres – O Sexo Forte (Diane English, 2008) 1/4
59) Capitão América (Vários Diretores – 15 episódios, 1944) 1/4
60) Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros (Colin Trevorrow, 2015) 3/4 Revisto
61) Depois de Horas (Martin Scorsese, 1985) 5/4 Revisto
62) Antes só do que mal Acompanhado (John Hughes, 1987) 5/4 Revisto
63) Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (Steven Spielberg, 1993) 5/4 Revisto

Julho/2016

64) Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros (Colin Trevorrow, 2015) 3/4 Revisto
65) Os Garotos Perdidos (Joel Schumacher, 1987) 2/4 Revisto
66) O Boneco do Mal (William Brent Bell, 2016) 2/4
67) Vamos Nessa (Doug Liman, 1999) 4/4 Revisto
68) Millenium – Os Homens que não Amavam as Mulheres (David Fincher, 2011) 2/4
69) Depois da Terra (M. Night Shyamalan, 2013) 1/4
70) Apocalipse Now (Francis Ford Coppolla, 1979) 5/4 Revisto
71) Wall Street – Poder e Cobiça (Oliver Stone, 1987) 3/4
72) Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme (Oliver Stone, 2010) 2/4
73) O Hobbit – A Desolação de Smaug (Peter Jackson, 2013) 2/4 Revisto
74) O Hobbit – A Batalha dos 5 Exercitos (Peter Jackson, 2014) 2/4 Revisto
75) Jason X (Jim Isaac, 2002) 2/4 Revisto
76) Batman Eternamente (Joel Schumacher, 1995) 2/4 Revisto
77) Caçafantasmas (Paul Feig, 2016) 2/4
78) Torso (Sergio Martino, 1973) 4/4
79) A Breve Noite das Bonecas de Vidro (Aldo Lado, 1971) 4/4
80) O que Fizeram com Solange? (Massimo Dallamo, 1972) 2/4
81) Uma Lagartixa em Corpo de Mulher (Lucio Fucci, 1971) 3/4
82) Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (Lorene Scafaria, 2012) 1/4
83) Star Trek (J.J. Abrams, 2009) 3/4
84) Além da Escuridão – Star Trek (J.J. Abrams, 2013) 3/4
85) Batman (Tim Burton, 1989) 2/4 Revisto
86) O Pássaro das Plumas de Cristal (Dario Argento, 1970) 4/4
87) O Gato de Nove Caudas (Dario Argento, 1971) 2/4
88) Quatro Moscas em Veludo Cinza (Dario Argento, 1971) 3/4
89) Terror na Ópera (Dario Argento, 1987) 4/4
90) O Melhor Amigo da Noiva (Paull Welland, 2008) 2/4
91) Schock (Mario Bava, 1977) 2/4
92) Academia de Combate (Neal Israel, 1986) 1/4 Revisto

Agosto/2016

93) Esquadrão Suicida (David Ayer, 2016) 2/4
94) Superman II – A Aventura Continua – Versão do Diretor (Richard Donner, 1980/2006) 1/4
95) Paradox (Michael Hurst, 2016) 1/4
96) Superman II – A Aventura Continua (Richard Leste/Richard Donner, 1980) 4/4 Revisto
97) Superman III (Richard Lester, 1983) 3/4 Revisto
98) Superman IV – Em Busca da Paz (Sidney J. Furie, 1987) 0/4 Revisto

Setembro/2016

99) A Travessia (Robert Zemeckis, 2015) 4/4 Revisto
100) Avatar (James Cameron, 2009) 2/4 Revisto
101) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto

Outubro/2016

102) Jogos Vorazes – A Esperança – O Final (Francis Lawrence, 2015) 2/4
103) Freddy vs Jason (Ronny Yu, 2003) 3/4 Revisto
104) Sete Homens e um Destino (Antoine Fuqua, 2016) 2/4
105) Batman vs Superman – A Origem da Justiça Ultimate Edition (Zack Snider, 2016) 2/4
106) Sexta-feira 13 Parte III (Steve Miner, 1982) 2/4 Revisto
107) Deu a Louca no Mundo (Stanley Kramer, 1963) 3/4 Revisto
108) A Pequena Loja de Horrores (Roger Corman, 1960) 2/4
109) O Último Capítulo (Oz Perkins, 2016) 0/4
110) Assassino a Preço Fixo (Michael Winner, 1972) 2/4
111) Invasão USA (Joseph Zito, 1985) 2/4
112) Veia de Campeão (Peter Markle, 1986) 2/4
113) Inferno Vermelho (Walter Hill, 1988) 2/4
114) Risco Total (Renny Harlin, 1993) 3/4

Novembro/2016

115) A Espinha do Diabo (Guilhermo Del Toro, 2001) 3/4
116) Sob o Poder da Maldade (Michael Reeves, 1967) 3/4
117) O Doador de Memórias (Philip Noyce, 2014) 2/4
118) A Casa do Cemitério (Lucio Fulci, 1981) 2/4
119) A Filha de Satã (Sidney Hayers,1962) 2/4
120) Nasce um Monstro (Larry Cohen, 1974) 3/4
121) Jogo Bruto (John Irvin, 1986) 2/4
122) Braddock 2 – O Início da Missão (Lance Hool, 1985) 1/4
123) Falcão – O Campeão dos Campeões (Menahem Golan, 1987) 2/4 Revisto
124) Na Solidão da Noite (Alberto Cavalcanti, Charles Crichton, Basil Dearden e Robert Hamer, 1945) 2/4
125) O Tumulo Vazio (Robert Wise, 1945) 2/4
126) Instinto Secreto (Bruce A Evans, 2007) 2/4
127) Doutor Estranho (Scott Derrickson, 2016) 2/4
128) Caos (Tony Giglio, 2005) 1/4
129) 16 Quadras (Richard Donner, 2005) 2/4
130) Filthy (Jon S. Baird, 2013) 2/4
131) Tempos de Violência (David Ayer, 2006) 2/4
132) A Casa dos Maus Espíritos (William Castle, 1959) 3/4
133) Máquina Mortífera (Richard Donner, 1987) 5/4 Revisto
134) Máquina Mortífera 2 (Richard Donner, 1989) 5/4 Revisto
135) Máquina Mortífera 3 (Richard Donner, 1992) 2/4 Revisto
136) Máquina Mortífera 4 (Richard Donner, 1998) 3/4 Revisto
137) O Chicote e o Corpo (Mario Bava, 1963) 2/4
138) A Orgia da Morte (Roger Corman, 1964) 3/4
139) A Noite do Demônio (Jacques Tourneur, 1957) 1/4

Dezembro/2016

140) A Aldeia dos Amaldiçoados (Wolf Rilla, 1960) 2/4
141) Cenas de um Crime (Dominique Forma, 2001) 1/4
142) Butch Cassidy (George Roy Hill, 1969) 2/4
143) Susie e os Baker Boys (Steve Klover, 1989) 3/4
144) Maze Runner – Correr ou Morrer (Wes Ball, 2014) 1/4
145) Atração Mortal (Michael Lehmann, 1988) 2/4
146) Cinco Bonecas para a Lua de Agosto (Mario Bava, 1970) 2/4
147) Premonição (Lucio Fulci, 1977) 4/4
148) No Quarto Escuro de Satã (Sergio Martino, 1972) 2/4
149) Os Passos (Luigi Bazzoni, 1975) 1/4
150) Um Espião e Meio (Rawson Marshall Thurber, 2016) 2/4
151) A Lenda de Tarzan (David Yates, 2016) 1/4
152) Armadilha Mortal (Sidney Lumet, 1982) 2/4
153) A Garota de Rosa-Shocking (Howard Deutch, 1986) 2/4 Revisto
154) Rogue One – Uma História Star Wars (Gareth Edwards, 2016) 3/4
155) Assassino a Preço Fixo (Simon West, 2011) 1/4
156) Contra o Tempo (Duncan Jones, 2011) 3/4
157) Imortais (Tarsem Singh, 2011) 1/4
158) A Chegada (Denis Villeneuve, 2016) 3/4
159) O Agente da U.N.C.L.E. (Guy Ritchie, 2015) 2/4
160) O Fim da Escuridão (Martin Campbell, 2010) 1/4
161) Desafio à Corrupção (Robert Rossen, 1961) 3/4

Cotações:

0/4 – Bomba
1/4 – Fraco
2/4 – Bom
3/4 – Muito Bom
4/4 – Ótimo/Excelente
5/4 – OP

Filmes não lançados em 2016, mas vistos pela primeira vez nesse ano

OS 5 PIORES:
Loosies (Michael Corrente, 2012)
Ted 2 (Seth MacFarlane, 2015)
Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (Lorene Scafaria, 2012)
Os Passos (Luigi Bazzoni, 1975)
Imortais (Tarsem Singh, 2011)

pi-ant

Lossies é um filme que tenta ser espertão, mas é feito pra mesma plateia de Crepúsculo, que gosta de coisas água com açúcar, aí não tinha como funcionar. Ted 2 foi uma decepção, depois do filme original ser uma ótima e ágil comédia, aqui entregaram essa sequel fraca e murcha. Procura-se um amigo desperdiça uma boa premissa em cima de um romance mela cueca. Os Passos é o pior giallo que vi, uma perda de tempo. E Imortais é um filme estilo 300, mas bem pior. Mal produzido, mal interpretado, e com efeitos especiais pobres  (e olha que já não curto 300, então ver uma versão inferior dele, dói).

OS 5 MELHORES:
Premonição (Lucio Fulci, 1977)
O Pássaro das Plumas de Cristal (Dario Argento, 1970)
A Breve Noite das Bonecas de Vidro (Aldo Lado, 1971)
Terror na Ópera (Dario Argento, 1987)
Os Meninos (Narciso Ibañez Serrador, 1976)

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O top five acabou caindo só filmes de suspense de diretores italianos. Vi muita coisa esse ano que passou e, no fim, o que mais me marcaram foram esses. Todos esses são altamente recomendáveis.

ANOS 80 DESTAQUES:
Susie e os Baker Boys (Steve Klover, 1989)
Wall Street – Poder e Cobiça (Oliver Stone, 1987)
Atração Mortal (Michael Lehmann, 1988)

80

Anos 80 é “minha” década, então, estou sempre tentando ver filmes que na época deixei passar batido. Nesse ano vi pela primeira vez esses 3 filmes, que deixo o destaque positivo aqui. Susie e os Baker Boys tem o charme do trio principal (Michelle Pfeifer e os irmãos Bridges, Beau e Jeff), Wall Street, tem uma ótima performance do Michael Douglas num personagem forte, e Atração Mortal, traz Winona Ryder Christian Slater num filme de suspense adolescente eficiente.

Filmes Lançados em 2016 (Cinema/Netflix)

PIORES:
A Lenda de Tarzan (David Yates)
O Último Capítulo (Oz Perkins)

pior-2016

Não sou tão ligado em Tarzan, e esse filme aqui particularmente, não foi bem inspirado. A história é bem episódica que não acrescenta nada, já que seria uma pseudo continuação, com o Tarzan já na civilização, mas tendo que voltar a floresta pra resolver problemas. Com efeitos especiais ruins, adotando muito Chroma Key de floresta fake demais. Enfim, um filme brocha, mas bem melhor que esse O Último Capítulo. Uma aberração de filme de terror (fantasma/casa mal assombrada) bancada pelo NetFlix. Nada acontece no filme. Absolutamente nada. É uma hora e meia olhando o vazio. Não só desse ano, mas com certeza, um dos piores filmes que vi na vida.

FRUSTRANTE:
Caçafantasmas (Paul Feig)

fru-2016

Não, não estou aqui pra reclamar do elenco feminino, até que porque acho que as meninas mandaram muito bem, mas, infelizmente, ficou nisso. Um bom quarteto desperdiçado num filme que não consegue se desgrudar do filme original, mas quando o faz, é só pra colocar coisas sem graças ou chatas demais. O personagem do Chris “Thor” Hemsworth é um dos mais insuportáveis da história do cinema. Enfim, não sei se esperava algo do filme, a ponto de colocar como frustração, mas como seria um ressurgimento de uma série querida, queria que tivesse rendido algo decente, mas no caso, não foi dessa vez…

MELHOR:
Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo)

me-2016

Com certeza, a série de filmes do Capitão América se firma como sendo uma das melhores dentro do universo Marvel. O primeiro foi uma grata surpresa lançado em 2011 (mais que Home de Ferro, esse tenha sido o filme que me fez gostar do universo Marvel), um filme de super-heróis passado nos anos 40, com o charme da direção do Joe Jonhston. O segundo de 2014, já entrou na área os irmãos Russo, colocando tudo numa clima de filme de suspense/político dos anos 70. E esse terceiro filme, eles continuam na direção, mantendo o clima do segundo filme, mas colocando alguns lances dos filmes dos Vingadores. Uma combinação que poderia não dar certa, mas incrivelmente, fluiu tudo muito bem. Com certeza, é um dos melhores da Marvel até o momento (pra mim, já é top 1)

Ranking 2016:

01) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo)
02) Os 8 Odiados (Quentin Tarantino)
03) DeadPool (Tim Miller)
04) Rogue One – Uma História Star Wars (Gareth Edwards)
05) A Chegada (Denis Villeneuve)
06) Rua Cloverfield 10 (Dan Trachtenberg)
07) Doutor Estranho (Scott Derrickson)
08) Sete Homens e um Destino (Antoine Fuqua)
09) Batman vs Superman – A Origem da Justiça (Zack Snyder)
10) X-Men Apocalipse (Brian Singer)
11) Um Espião e Meio (Rawson Marshall Thurber)
12) Caçafantasmas (Paul Feig)
13) Esquadrão Suicida (David Ayer)
14) O Boneco do Mal (William Brent Bell)
15) A Lenda de Tarzan (David Yates)
16) O Último Capítulo (Oz Perkins)

Listas de outros anos:

2015

2014

[Box de DVD] Giallo Vol. 3

Distribuidora: Versátil

g3-5

Mais um volume da coletânea Giallo da Versátil, com filmes de suspense italianos das décadas de 70. Por curiosidade, aqui tem o melhor filme que vi nessas coleções e o pior também… O box mantém a qualidades dos demais.

Cinco Bonecas para a Lua de Agosto (5 bambole per la luna d’agosto, Dir.: Mario Bava, 1970)

g3-1

Olha, é o pior filme do Bava, hein? E o mesmo dizia isso, então quem sou eu pra discordar… Tem todo aquele apuro visual e técnico que é típico dele, e isso que salva o filme, mas isso fica a função de nada já que a trama é bem xoxa e os personagens idem. Pelo que vi no extra do DVD, Bava fez porque tava sem grana, e teve só 2 dias pra se preparar pro filme, isso explica muita coisa.

Nota – 2/4

Premonição (Sete Note in Nero/The Psychic, Dir.: Lucio Fulci, 1977)

g3-2

Olha, é o melhor do Fulci, hein? Ok, que as marcas principais dele não estão aqui (o gore extremo e trama abstrata), mas não ligo. A trama é desenvolvida de uma forma tão envolvente, e o filme tem um twist no meio que sim me pegou de jeito, ainda mais porque tem a ver com noções de tempo, presente, passado, futuro. Enfim, recomendo e coloco ele como o melhor filme que vi nesses boxes de filmes italianos.

(Spoiler) Achei genialíssima essa mudança no meio do filme: a personagem (e o público) se sentia “segura” porque se achava aquilo ali era uma visão do passado, de um assassinato que já havia ocorrido, mas no final quando se descobre que era na verdade uma premonição e aquilo tudo engole a personagem principal de um jeito tão devastador, que não tem como ficar tenso com aquilo. Eu fiquei. E sim, o título nacional é muito ruim e entrega um spoiler. Felizmente, não liguei pro título genérico nacional quando fui ver o filme, e acabei caindo na armadilha do Fulci assim mesmo.

Nota – 4/4

No Quarto Escuro de Satã (Il tuo vizio è una stanza chiusa e solo io no ho la chiave, Dir.: Sergio Martino, 1972)

g3-3

O melhor do filme é o título original: “Seu vício é um quarto vazio e eu tenho a chave”. Infelizmente, sumiram com isso na tradução pro português. Do Sergio Martino ainda não vi um filme que tenha me deixado estremecido (sei que o Quentin Tarantino e o Eli Roth são bem fãs dele), mas são muito bem realizados e, no geral, eu gosto. Esse vai nessa linha.

Nota – 2/4

Os Passos (Le Orme, Dir.: Luigi Bazzoni, 1975)

g3-4

Esse é, com certeza absoluta, o pior giallo que vi nesse boxes de DVDs que tenho comprado. Só dei nota 1 porque tem uns visuais meio sci-fi que dentro de um giallo, não deixa de ser interessante (o quarto da personagem, um salão de beleza e outros cenários lembram 2001, ou outros sci-fi da época). Mas de resto, uma trama arrastada que não chega a lugar nenhum. Na verdade chega, porque deixaram uma explicação no final, talvez seria melhor não terem dado essa explicação, e deixado aberto o final. O filme não melhoraria, mas seria bom pro pessoal hoje em dia ficar masturbando mentalmente sobre a trama (com essa explicação no final, nem isso dá pra fazer).

Nota – 1/4

Melhor filme do Box: Premonição

Pior Filme do Box: Os Passos

g3-6

[Box de DVD] Giallo Vol. 2

Distribuidora: Versátil

g2-3

Volume 2 da coleção de Giallo italianos da década de 70. Ainda me considero longe de me tornar um especialista no ramo, mesmo tendo visto muitos filmes. Aprovei no geral vários desses filmes, óbvio que tem muita qualidades, e até porque muita coisa que eu gosto em filme de terror (slashers movies) vem herdado/chupado/copiado/homenageado desses filmes, mas sempre me coloco como um observador curioso desses filmes.

Sobre a qualidade desse box, a parte que pega é a dublagem. Quero o som o original, mas pelo que vi nessa época esses filmes italianos já eram vendidos internacionalmente, então eram gravados no inglês, mas pouco filmes traz o áudio original em inglês. Nesse pack, 2 filmes tem o som em inglês, mas os outros 2 tem só a dublagem em italiano (e fica meio estranho essa dublagem italiano em cima do inglês). Mas o pack continua válido pra conhecer filmes que dificilmente chega aqui.

Torso (I corpi presentano tracce di violenza carnale, Dir.: Sergio Martino, 1973)

g2

Os italianos já faziam “slashers movie” bem antes dos americanos. Esse aqui, que é bem anterior aos americanos (que fizeram sucesso nos anos 80), já tem todos elementos de um slasher. Assassino mascarado, mortes violentas, final movimentado. Na verdade, o que destaca bem no filme, é o seu final. Diria que os 20/15 min. finais são bem tensos mesmo, o conflito final da mocinha com o assassino onde não se apresenta com correria e gritos, tudo é bem diferente do que se vê habitualmente no gênero, é bem mais interessante mesmo.

(Spoiler) Curiosidade – A mocinha no final pergunta pro assassino porque ele matou determinado personagem, já que não seria uma pessoa que encaixaria no plano do assassino. Mas o detalhe é que a mocinha não tinha como saber que tal pessoa morreu. Ela não viu ele morto, e ela nem sabia que tal pessoa estaria naquele local. Ficou como informação que o diretor quis passar pro público pra tentar amarrar pontas soltas, mas passou de forma meio estranha.

Nota – 4/4

A Breve Noite das Bonecas de Vidro (La Cortta Notte Delle Bambole di Vetro, Dir.: Aldo Lado, 1971)

g2-4

Curti muito esse aqui. Um jornalista é dado como morto, mas ele não está. Ele tem consciência, mas não consegue mover o corpo. Então, passa momentos complicados num necrotério, e aos mesmo tempo, tentando se lembrar de como chegou ali. Tanto as memórias, como os momentos no necrotério são bem tensos.

(Spoiler) Curiosidade – Se os americanos tivessem remakeado esse filme, com certeza absoluta, teriam feito outro final, bem mais ameno e talvez até heróico. Já vi casos onde isso aconteceu, e aqui seria fácil também de rolar isso.

Nota – 4/4

O que vocês fizeram com Solange? (Cosa Avete Fatto a Solange?, Dir.: Massimo Dallamo, 1972)

g2-5

Esse aqui não curti tanto. A resolução no final e o motivo dos assassinatos, talvez até o assassino em si, poderiam ter sido feitos de outra forma, outra maneira. Não sei. O motivo em si dos assassinatos é forte, mas a resolução foi meio fácil e a identidade do assassino meio óbvia. Tem seus momentos, mas não vi um filme tão forte pra estar juntos de outros mais relevantes.

Nota – 2/4

Uma Lagartixa em Corpo de Mulher (Lizard in Woman’s Skin, Dir.: Lucio Fulci, 1971)

g2-2

Mais um do Lucio Fulci, que normalmente curte ser abstrato. E como esse filme tem forte tom onírico, ele usa e abusa do abstratismo. Mas a conclusão do filme é reta, e não deixa muita dúvida do que aconteceu. Como eu não curto 100% de abstratismo, aprovei o que o Fulci fez aqui. De defeito, eu citaria a personagem principal, porque pode se irritar um pouco com ela, já que é daquelas mocinhas que só sabem ficar fazendo cara de desesperada no filme todo, e não se vê ela tentando combater aquilo tudo, só tentando fugir e fugir, mas o final meio que dá uma amarrada nisso também.

Nota – 3/4

Melhor Filme do Box: A Breve Noite das Bonecas de Vidro

Pior Filme do Box: O que vocês fizeram com Solange?

g2-6

[Box DVD] Obras Primas do Terror Vol. 1

Distribuidora: Versátil

opt1

Primeiro box lançado com filmes variados do Terror. Oportunidade única de ver ou rever filmes raros do gênero.

O Chicote e o Corpo (La Frusta e il Corpo, Dir.: Mario Bava, 1963)

Nota – 2/4

opt6

A Orgia da Morte (The Masque of Red Death, Dir.: Roger Corman, 1964)

Nota – 3/4

opt7

Comentando esse 2 filmes juntos do primeiro DVD: Mais que terror, são dois contos “góticos coloridos”. Ambos se assemelham nesse quesito de usar muita cor na fotografia, e cores fortes, mas ao mesmo tempo sem perder o tom sombrio da história. Ambos também tem presença forte nos seus elencos Christopher Lee no O Chicote e o Corpo, e Vincent Price no A Orgia da Morte. Chicote tem como base a opressão a mulher, ao desejo sexual feminino. Orgia é uma alegoria não só sobre fé ou religião, mas sobre como se vive, como cada um escolhe viver. Corman tava bem inspirado aqui nesse.

Na Solidão da Noite (Dead of Night, Dir.: Alberto Cavalcanti, Charles Crichton, Basil Dearden e Robert Hamer, 1945)

opt2

O que prejudica o filme é que ele tem um ritmo meio lento. A cena que o pessoal está ali na sala é meio demorada porque ficam discutindo muito o que está rolando. E como é um filme de histórias separadas, sempre tem aquela que a gente curte e outras que nem tanto (não gosto do da menina na festa e a dos dois parceiros do golf). Mas o final do filme compensa muito: É BEM FODA.

Nota – 2/4

O Túmulo Vazio (The Body Snatcher, Dir.: Robert Wise, 1945)

opt3

O que prejudica é o personagem coadjuvante, o assistente do médico, Donald Fettes. É um alguém bem bocó, que vai aceitando as coisas sem uma ter reação contra. E aí, as coisas vão acontecendo e ele meio que ainda se faz de inocente, o filme o trata assim. Dos outros, se dá pra entender atitudes, mas a desse personagem, não . E o Boris vai fazendo as coisa de forma fácil demais sem aparição da polícia ou alguém que dê alguma dificuldade em ele fazer o que faz (Donald Fettes teria que ser esse personagem antagonista do Boris, mas ele nada faz e prefere ficar fazendo cara de galã). Enfim. Tem essas coisas pontuais que o prejudica, mas o filme é legal, e com momentos notáveis.

Nota – 2/4

A Noite do Demônio (Night of The Demon, Dir.: Jacques Tourneur, 1957)

opt4

Não gostei. Achei meio burocrático, fiz um esforço pra ver até o final. O filme é bem dissecado e desde o começo já se sabe o que rola. Nisso sobrou um monte de discussão sobre a mesma coisa no filme todo (pergunta o tempo todo se acredita ou não se acredita no sobrenatural, num loop eterno). Pra terminar: o personagem principal é chato, cético demais, daí, não consegui torcer por ele, e até quis que o monstro levasse ele junto. Mas esse monstrão, pra época, até quer ficou bem feito, e assustador.

Nota – 1/4

A Aldeia dos Amaldiçoados (Village of the Damned, Dir.: Wolf Rilla, 1960)

opt5

Por ser curto (1h17) até acho que poderia ter se aprofundado um pouco mais se mais longo. Considero os 2 primeiros atos (o desmaio da população e grávidas que surgiram) bem melhores do que a parte final (com a gurizada loira-má).

Nota – 2/4

Melhor filme do Box: A Orgia da Morte

Pior Filme do Box: A Noite do Demônio

opt8

[Box DVD] Obras Primas do Terror Vol. 4

Distribuidora: Versátil

opt4-1

Quarto volume de uma coletânea de filmes de terror da distribuidora Versátil. Aqui não tem filmes italianos falados em inglês, então não tem problemas com filme dublados fora do idioma original. Cada DVD tem 2 filmes, e os extras estão de bom tamanho. Não é uma coletânea definitiva, mas pelo menos dá pra conhecer filmes que ficaram enterrados no passado ou difíceis de encontrar.

A Espinha do Diabo ( El Espinazo Del Diablo, Dir.: Guilhermo Del Toro, 2001)

opt4-2

Com o Del Toro não dá pra se decepcionar. Esse é um filme bem competente dele. Só não acho que seja terror/horror, diria que seria um drama com toques sobrenaturais. O foco é mais na história dos meninos no orfanato do que na do fantasma que habita por lá. Mas enfim, classificações a parte, é altamente recomendado.

Nota – 3/4

Sob o Poder da Maldade (The Sorcerers, Dir.: Michael Reeves, 1967)

opt4-3

Gostei muito da estética dos anos 60 com os nights clubs juvenis da época. A trama se torna atual já traz algo como o controle de mente (que foi usado recentemente na série Jessica Jones da NetFlix) com uma boa história desenvolvida em cima disso. Ótima atuação de Bóris Karloff.

Nota – 3/4

A Casa do Cemitério (Quella Villa Accanto al Cimitero, Dir.: Lucio Fulci, 1981)

opt4-4

O diretor Lucio Fulci gosta muito de ser abstrato. Não tenho problemas com isso, até certo ponto. Quando se é muito abstrato, acabo me afastando do filme. No seu filme anterior,  Terror nas Trevas (Beyond, 1981), que também faz parte da Trilogia dos Zumbis (juntos com Pavor na Cidade dos Zumbis de 1980),  me deixou meio voando em muita coisa, sem saber o que aconteceu ali. Acabei não curtindo o filme. Já nesse aqui, ele já foi mais direto, e deixou a história mais fechada, sem voar muito, assim me agradando muito mais.

Nota – 2/4

A Filha de Satã (Burn Witch, Burn, Dir.: Sidney Hayers, Dir.: 1962)

opt4-5

O título em português é bem sensacionalista, já que nada se fala em Satã no filme. São só bruxas e suas bruxarias que não tem conexão direta com o Satanismo, achei até soft o que é mostrado aqui sobre isso. É engraçado ouvir um narrador no começo fazendo uma magia para quem assistir não sofrer nenhuma maldição. O filme em geral, é bom. Preto e branco ainda, e o filme consegue se conduzir bem, com um bom twist no final.

Nota – 2/4

Schock (Schock/Beyond the Door II, Dir.: Mario Bava, 1977)

opt4-7

Último filme do Mario Bava, roteirizado por seu filho, Lamberto Bava (que viria criar fama nos anos 80 com Demons), e podemos dizer que ele acabou bem. Reza a lenda que grandes diretores acabam com filmes ruins em suas carreiras, mas não foi o caso aqui. O problema é que o filme tem trama bem previsível. Já dá pra saber o que está rolando, mas o filme faz aquele mistério todo (e fazer mistério em cima de algo que o público já deduz é complicado), mas o final do filme compensa, porque é bom e movimentado.

Nota – 2/4

Nasce um Monstro (It’s Alive!, Dir.: Larry Cohen, 1974)

opt4-6

Sempre achei esse seria um trashão daqueles brabos, mas me enganei. O filme não foca muito no bebê-monstro e sua matança, porque o pouco que mostra disso, dá uma cambaleada braba, pelos efeitos bem precários. O foco é a situação do pai e da mãe (mais do pai) com a situação de terem gerado uma abominação que sai matando todo mundo. E isso foi, felizmente, muito bem explorado.

Nota – 3/4

Melhor Filme do Box: Sob o Poder da Maldade

Pior Filme do Box: Schock

opt4-8

(Box DVD) A Arte de Dario Argento

Distribuidora: Versátil

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Problema maior do box é não outras opções de aúdio. Só tem a dublagem em italiano e não o som original em inglês (e se nota que os atores estavam falando em inglês) e de extras só o Pássaro e Gato é que tem um vídeo sobre bastidores, os outros não tem nada. Mas tem um vídeo com depoimento especial do Enio Morricone (ele fez a trilha de 3 filmes da coleção).

O Pássaro das Plumas de Cristal (L’uccello dalle piume di cristallo, 1970)

Nota – 4/4

da2

O Gato de Nove Caudas (Il gatto a nove code, 1971)

Nota – 2/4

da3

Quatro moscas sobre Veludo Cinza (4 mosche di velluto grigio, 1971)

Nota – 3/4

da4

Comentando esses 3 filmes juntos porque essa é a “trilogia dos bichos” do Dario – Giallos (suspenses italianos) com nome de bichos no título (Argento diz num vídeo extra que tem no DVD que começaram a copiar o lance de colocar nome de bichos no título de outros giallos, daí ele parou de fazer isso, depois do Quatro Moscas).

Gostei bem mais do primeiro – Pássaro de Plumas de Cristal (que por sinal é o primeiro filme dele), achei bem redondo tudo. Mistério, desenvolvimento da investigação, e resolução de tudo. É redondo. O segundo – Gato de Nove Caudas – é o mais fraco. Dario colocou 2 protagonistas, um deles é cego, e nitidamente ele não sabe o que fazer com esse personagem, já que em grande parte do filme ele simplesmente some, e só reaparece no final. E até acho que até a presença dele estragou o final, já que focaram num sequestro lá a resolução do mistério, que pouco ou nada tinha a ver com o mistério em si. Próprio Dario diz que esse é o filme dele que ele menos gosta, não posso deixar de concordar. O terceiro – Quatro moscas sobre Veludo Cinza – fica no meio termo entre eles, mais fraco que o primeiro, mas bem melhor que o segundo.

Terror na Ópera (Opera, 1987)

da5

Já feito no final da década de 80. Bem tenso a história da cantora de opera que é ameaçado por um admirador, que a obriga a assistir os assassinatos que comete. Mistura opera com heavy metal na trilha+estilo bem anos 80+bem violento, então nem tem como não gostar.

Argento fazendo um filme da época mesmo, pegando muita coisa dos anos 80 mesmo, estilizado. Não sei se tivesse visto na época, junto de tantos outros ali, talvez não tivesse me ligado muito, mas agora tem o ar saudosista que ajuda muito.

Nota – 4/4

Melhor Filme do Box: O Pássaro das Plumas de Cristal

Pior Filme do Box: O Gato de Nove Caudas

1999: DARIO ARGENTO, FILM DIRECTOR

[PS4] Assassin’s Creed Syndicate (2015)

Fabricante: Ubisoft

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Meu histórico com a série Assassin’s Creed:

Na época louca de sair comprando tudo pra coleção, acabei comprando jogos da série Assassin’s Creed. AC, AC 2, AC Brotherhood, AC Revelations no PS3; AC3 e AC 4 no WiiU. Com a bagunça no lançamento do AC Unity em 2014 acabou sendo o único que não comprei, deixei pra lá. Falei que só compraria outro jogo da série se jogasse e fechasse qualquer um dos outros que tinha.

ac

Sim, porque comprava os games, mas jogar pra valer, não. Só dava uma olhada inicial mesmo. Colecionador é assim mesmo, muitas vezes compra os games, e dava uma olhada, mas só continuava se o jogo me animava, senão ficava encostado, para jogar outra hora. Mas ficar animado nunca tinha rolado com os games dessa série. Até gostava, achava legal, e só. Fiquei devendo uma jogada real na série…

Sobre Assassin’s Creed Syndicate: 

Agora que estou comprando com mais parcimônia (falta de dinheiro faz isso), esse AC Syndicate acabou entrando na lista dos ‘dispensáveis’. Não planejada comprá-lo tão cedo (até porque, como disse, só compraria outro da série quando fechar algum que tinha), mas tinha algo com o game que me seduziu: Londres dos anos 1800. Tinha jogado o The Order 1886 e o que mais me chamou no game foi o retrato desse período, e como o The Order  1886 durava pouco, rápido de fechar, fiquei só com o gostinho na boca mesmo dessa Londres dos anos 1800…

Mas vem Assassin’s Creed Syndicate que se passa na mesma época e local, então fiquei prestando atenção nele mesmo que sem querer, mas deixei pra comprar outros games que tinha certeza de que jogaria. No fim, acabei comprando porque achei um preço convidativo numa promoção. Dei a olhada costumeira nele depois da compra e no primeiro momento, acabei sendo afastado pela jogabilidade. Vi que o grande problema meu com a série seria essa jogabilidade “meio automática” que os games da série tem. Enfim, deixei ele quieto ali. Achei que seria mais um encostado.

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Mas num fim de semana qualquer resolvi tentar novamente esse AC Syndicate. Tinha falado pra mim mesmo que jogaria o game de qualquer jeito se o comprasse, então insisti. Nessa segunda olhada as coisas começaram a fluir bem melhor e do nada, me acostumei melhor com a jogabilidade, e fui gostando da história e, principalmente, dos personagens. O game tem um início ali de tutorial meio chato, mas necessário (no meu caso), só que quando se entra no open world, tudo ficou bem grande mesmo, e era justamente isso que tinha sentido falta no The Order 1886: um game gigante. Mapa imenso e muitas missões (principais e sub-missões). Estava realizado, o game tava perfeito. Me joguei nele.

acs6

Uma novidade: Pode se escolher entre um homem ou uma mulher na suas missões. Personagens principais são Evie e Jacob Frye, dois irmãos gêmeos, mas com habilidades específicas, além de algumas missões diferentes. Ambos tem suas próprias estratégias pra vencer o chefão final. Jacob quer conquistar território através de gangues, e Evie está atrás de um artefato que pode fazer a diferença na batalha final. Vá com quem você achar melhor evoluindo no jogo do jeito que quiser. Minha preferência é o Jacob, mas Evie tem muita missões legais (na verdade, o game tem milhares de missões legais e interessantes, então vá se divertir tanto com um personagem como com o outro).

acs2

Além de cenários de uma Londres muito bem retratada, e linda o game tem uma direção de arte ótima. Visual dos personagens muito bem inspirado no filme Gangues de Nova York (2002) de Martin Scorsese:

acs2

Paletós grande coloridos, caças chamativas, bengalas, inclusive a cartola que o personagem de Daniel Day Lewis usa é o que Jacob usa em muitas das suas opções de roupa.

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Na jogabilidade, o game tem elementos que curto como escalar prédios (like Uncharted) e também sair caminhando pelos telhados da cidade (like InFamous), mas são elementos esses que já faziam parte da série, a novidade aqui é a tirolesa. Agora se usa essa corda para alcançar um prédio mais distante ou subir qualquer um com mais rapidez. Uma agilidade extra na hora de se locomover no mapa. Outro elemento clássico da série também presente é o stealth.  Tenho muitas dificuldades com stealth, mas o game te dá outras opções pra continuar, podendo atirar nos inimigos ou lutar com eles fisicamente. E a curva de aprendizado para stealth aqui é muto boa, tanto que me sinto bem melhor nesse quesito depois de algum tempo jogando o game.

acs-2

Talvez a única bola fora do game é dublagem em português BR. Sem sincronismo em muitos diálogos, sem falar que nem tudo foi dublado em português,  assim você caminhará pelas ruas de Londres e ouvirá muitos transeuntes ainda falando em inglês. Mas curti a muito a voz do personagem que estou usando (Jacob), daí optei pela dublagem BR mesmo.

Enfim, Assassin’s Creed Syndicate já passou do “game que curto” pra “game que idolatro”. Com certeza, um dos melhores games que joguei nas últimas gerações de consoles, além de ser um dos melhores ‘open world’ do mercado (pra mim, só perde pro GTAV), e até me fez querer jogar os demais games da série com mais afinco, mas não antes de aproveitar esse game Syndicate em toda sua plenitude.

P.S.: O primeiro bug, a gente nunca esquece!

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Fui pular uma janela, mas o personagem não caiu no chão nem segurou na parede, ficou no alto suspenso. E não saia de lá ficou preso, tive que reiniciar. Mas tudo bem. Acho que passar por um bug desse não deixa de ser uma ‘iniciação’ pra quem joga algum game da série Assassin’s Creed.

Nota – 5/4

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Batman vs Superman – A Origem da Justiça – Ultimate Edition (2016)

Diretor: Zack Snyder

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Batman vs Superman – A Origem da Justiça, com certeza, foi um dos filmes mais polêmicos do ano. Muitos amaram e outros tantos odiaram. No meio desse furacão, a Warner resolver lançar em Blu Ray uma “Ultimate Edition” que acrescenta cenas extras à versão vista nos cinemas. Basicamente, essa “Ultimate Edition” melhora certas cenas do filme, mas os maiores problemas, pelo menos, o que me incomodam mais, continuam por lá, então, o filme não subiu tanto no meu conceito. Continua num meio termo. Zack Snyder acerta em muitas coisas, mas a falta de foco faz ele cometer muitos erros que prejudicam a experiência final E qual seriam esses erros? Vamos lá… (Spoiler Alert!)

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O filme parte da premissa dessa briga entre o Batman e Superman, mas como se justificaria tal batalha entre esses dois heróis? Ambos teriam que ter seus motivos ‘sólidos’ para entrar nessa briga. O motivo do Superman até que foi mostrado bem: Lex  Luthor sequestrou sua mãe e o obriga a lutar contra o Homem Morcego. Ok. Mesmo que em determinados momentos, o Superman em vez de tentar parar a briga para falar com o Batman o que está acontecendo, ele resolve continuar com a porradaria, mas enfim, o esse sequestro da mãe é um bom motivo no fim das contas. Pelo menos, é algo mais ‘sólido’. Só que, e o Batman, qual motivo ele teria? O problema está aí. O filme tenta justificar, mas não consegue muito. Primeiramente, porque o personagem não teve um filme anterior onde que, ao contrário do Superman, poderia mostrar suas novas nuances que aparecem nesse filme. Não vejo esse filme origem do Batman como necessário para esse BvS, mas como o personagem foi posto aqui acabou sendo, já que, o personagem está com uma fúria meio assassina. Chega a torturar suspeitos, tem métodos questionáveis de investigação e na captura de bandidos. O filme não mostra qual seria a origem desse novo Batman “raivoso”. Só faz referência a uma possível morte do Robin. O que é pouco pra justificar, já que nem todos sabem dessa morte que rolou nas HQs. O filme não mostra a morte em si, e como o Batman reagiu a ela, simplesmente fez um referência vazia a quem leu a HQ. Então, não temos aqui uma base pra montar essa nova persona dele. Ele simplesmente se mostra assim, e fim.

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Outro ponto é que o personagem tem uma incrível raiva do Superman. Coisa não muito justificada também. O filme põe a batalha entre Superman e Zod do fim de O Homem de Aço (2013), como o ápice, já que o Batman coloca toda culpa de todas as mortes nas costas do Superman. Mas aí a gente tem que entrar no mérito de que: O Batman não seria o maior detetive de todos os tempos? Investigando o caso, ele talvez veria que o Superman estava querendo salvar o mundo, e as mortes ocorridas ali não seriam inteiramente culpa dele. Ele estaria impedindo um mal maior. Mas essa investigação não rola, o filme simplesmente coloca o Batman e sua fúria contra o Homem de Aço. No final, o filme tenta remendar essa situação colocando o Lex Luthor falando que ficou 2 anos alimentando o ódio do Batman contra o Superman, mas como isso não foi mostrado, não dá pra ter ideia de como isso aconteceu, e nem sequer imaginar como ele conseguiria fazer tal coisa, já que enganar o Batman não é algo fácil.

Outra coisa a se dizer: Senti falta de mostrarem a relação de Batman com a mãe. Em Batman Begins (2005) Christopher Nolan viu que a relação do Bruce Wayne com o pai era algo necessário de mostrar para narrativa do filme, então isso foi mostrado. Aqui seria muito importante mostrar a relação dele com a mãe, pelo simples fato de que a conclusão da luta Batman vs Superman estar ligado ao nome dela. A relação de mãe e filho sendo mostrada, a conclusão da briga entre os heróis teria um certo peso, e não soaria tão estranha como ficou (eu, particularmente, tenho certo asco dessa conclusão, muito mal montada e surgiu do nada uma paz entre os dois). Conclusão: Em vez de investir em cenas mais importantes pra narrativa como explicar melhor a nova índole do Batman, com o Robin sendo morto, ou dissecar melhor a raiva dele com o Superman, mostrando o Lex Luthor provocando o ódio do homem morcego, ou enfim, mostrar a relação da mãe com filho, o que poderia ajudar na conclusão da luta principal, Zack Snyder resolver perder tempo com “cenas-referências” vazias. Faltou um foco enorme em relação ao Batman aqui. Esqueceram que o morcego não teve filme introdutório, assim, jogaram o personagem aqui de qualquer jeito. O que salvou o homem morcego foi a performance de Ben Affleck, que, esperamos, vai conseguir fazer um belo filme solo do herói.

Esses seriam os maiores problemas do filme, ao meu ver. E isso não é concertado nessa ‘Ultimate Edition’. Mas o Blu Ray acrescente algumas coisas boas em relação a versão cinema, não posso negar. Aqui comento essas mudanças:

01) Jimmy Olsen/Resgate da Lois Lane pelo Superman: 

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Aqui, nessa cena do deserto que rola no começo do filme temos duas situações, que essa edição aperfeiçoa. Uma é a do “Jimmy Olsen”. Na versão cinema, nem sabemos quem é o cara que aparece ali junto da Lois, só nos créditos finais é que se revela ser o Jimmy Olsen, e fica a impressão que Lois conhecia ele há um tempo (sendo ele o Jimmy, então isso fica comprovado). Mas aqui mostra que ele conheceu a Lois Lane ali naquele momento e o personagem se nomeia Jimmy Olsen explicitamente na cena, como sendo um fotógrafo. Mas logo depois da morte dele se mostra que seria um militar e tinha outro nome. Muita gente (inclusive eu) rejeitou isso de matarem um personagem importante do universo Superman desse jeito, ainda mais que ele mal aparece e já morre, então aqui temos uma melhora na cena, já que o personagem não seria o Jimmy e sim um militar random qualquer.

Outra situação dessa cena e que acho que melhora o filme em si: Na versão cinema ficou a impressão que o pessoal ali morreu com os tiros do esquadrão do Lex Luthor, o que não faz sentido então colocarem a culpa no Superman nessas mortes (ele precisaria de arma de fogo pra matar alguém? Acho que não…). Mas aqui se mostra que os militares americanos jogando um míssil no local, e o Superman, quando chega lá, explode o míssil, e assim ele teria queimado o pessoal ali com a explosão (se mostra os corpos queimados de pessoas). Faria mais sentido então culparem ele, o que implica um conflito no decorrer do filme.

Obs.: Creio que Snyder resolveu excluir essa cena porque essa situação dos militares querendo explodir o local sem ligar pros civis que estariam ali, soaria bastante similar ao final dos Vingadores, onde o Tony Stark joga no espaço um míssil mandado pelos militares pra explodir Manhattan com população e tudo mais.

02) Clark Kent vai pesquisar sobre a moça que teria perdido os pais:

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No começo do filme uma moça dá um depoimento para o Senado de que a explosão do míssil causada pelo Superman no deserto seria o causador da morte de seus pais. Clark vai no endereço dessa moça que fica em Gotham, mas ela não está. E aí um idoso fala num tom assustador que ela fugiu porque todo mundo está com medo do ‘morcego’. Esse é outra cena interessante que acrescenta algo. No filme, o Superman/Clark Kent tem uma atitude meio babaca de querer não se explicar mesmo sobre suas ações. Com isso acaba criando um borborinho negativo na população em cima do nome dele. Aqui temos essa cena que mostra Clark se preocupando com a moça que disse que teve os pais mortos e vai atrás dela pra investigar ou conversar com ela. Isso, pra mim, cria que ele não estava assim tão descolado do que estava havendo em cima do nome dele, ele realmente estava interessado em saber o que tava rolando. Na versão cinema, o descaso dele perante a opinião pública, e com o que teria acontecido com os pais da moça, é meio incompreensível.

Outra coisa que essa cena tentar mostrar seria o motivo do Clark estar preocupado com as ações do Batman em Gotham e fica o filme todo insistindo em fazer uma investigação no Planeta Diário. A população estaria em pânico sobre as ações do Batman. Mas nesse quesito eu acho a cena fraca. Ainda não consigo entender porque o Clark estaria com essa birra em cima das atitudes do Batman. Mas talvez era o caso de Snyder mostrar mais Gotham e seus moradores, e essa cena em si não consegue ser forte nisso. Batman não teve filme anterior, então pra tudo que o Snyder queria contar do personagem aqui, essa é mais uma coisa que ficou faltando.

03) Cenas estendidas do Capitólio:

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Mais uma vez duas situações. Uma é a da moça que acusou o Superman de matar os pais na cena do deserto. Se mostra que foi algo que o Lex Luthor bolou. Aqui, a moça se sentindo ameaçada vai atrás da senadora e assume toda mentira que contou. Infelizmente, isso dá uma enfraquecida no filme (pra mim), porque gosto de ver na versão de cinema que a senadora saca o plano do Lex Luthor só no momento do discurso dela no Capiólio, quando vê o “pote de chá de pêssego da vovó”. Aqui se coloca que ela sacou algo antes, na verdade, ela não “sacou”, ela viu pelo depoimento da mulher que o Lex Luthor aprontou uma. vai pro Capitólio avisada que algo estava rolando.

A outra coisa que a cena traz, é a Lois descobrindo que tinha chumbo na cadeira do cara que perdeu as pernas em Metrópolis durante a batalha final de O Homem de Aço (2013). Assim, o Superman não poderia ver que tinha bomba ali na cadeira de rodas, e assim se culpando muito de não ter previsto a explosão. Mas essa acaba sendo uma informação jogada ao léu, já que a Lois nem teria tempo mesmo de falar algo pro Superman, de qualquer forma, já que ele some logo depois de toda tragédia.

Outra coisa incluída nessa cena é que é dito que o rapaz da cadeira de rodas não sabia das bombas escondidas na cadeira. Meio que livra a cara dele, já que na versão de cinema fica explícito que ele foi numa missão suicida. Mas tanto ele sabendo, como ele não sabendo cria duas situações estranhas. 01) Se ele sabia, não faz sentido já que ele não mataria o Superman em si, só as pessoas em volta. Porque faria isso então? 02). Mas ele não sabendo das bombas, fica meio difícil entender o que ele foi fazer ali. Só berrar contra o Superman pra tentar incriminá-lo de alguma coisa? Talvez essa seja a situação mais aceitável mesmo.

04) Jenna Malone

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A atriz tinha sido escalada para o filme, mas no fim, suas cenas foram excluídas na versão cinema. Aqui ela aparece e em dois momentos. Tudo em cima das investigação da Lois, e como essas investigações não servem pra muita coisa, então a atriz apareceria inutilmente mesmo. Mas ok. Na segunda vez que Jenna aparece dá informação útil pra Lois sobre o chumbo na cadeira de rodas da cena do Capitólio (mesmo que essa cena na ação do filme não sirva de nada, mas para o público se passa uma informação um pouco relevante).

Bônus: Cena de sonho do Batman

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Inclui no comentário mesmo não sendo cena da versão estendida, ela está na de cinema também, só pra falar mais da falta de foco do diretor Zack Snyder. Essa é uma cena que deveria ter sido deletada, senão na versão de cinema, pelo menos, nessa versão aqui. Não era só exclui-la do filme, mas apagar mesmo e esquecer que foi feita. Porque não eliminaram essa cena? Não acrescentou NADA no filme. É só uma referência vazia, e ao um jogo de videogame, não a uma HQ específica. Fica a dúvida se essa cena mostra algo que vai vir num filme próximo, e ela, assim, seria uma pista do que vai vir. Eu, particularmente, duvido disso.

Nota – 2/4

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