Superman II – A Aventura Continua – Versão do Diretor (1980/2006)

Direção: Richard Donner

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Simplesmente, não curti essa versão! O diretor Richard Donner filmou mais ou menos uns 75% do Superman II, então é isso o que a gente vê aqui: Uns 75% de um filme. Assim tudo aparenta ser muito apressado, corrido (já que nem todas cenas foram finalizadas), e com direito a várias gambiarras, pra preencher algumas lacunas não filmadas na época. Não vi sentido fazerem isso. Essa versão é feita em cima de uma “visão” que o Richard Donner tinha do 2º filme, mas essa “visão” não foi completada devido sua demissão brusca, então isso aqui não passaria de “Uma Amostra do que seria a Versão do Donner” (o subtítulo poderia ser esse, seria mais honesto). Mas o problema é que assistindo a versão de cinema já dá pra ter ideia do que ele queria pro filme já que muito desses 75% que ele filmou estão lá e não acho que o Richard Lester (diretor que ocupou sua cadeira depois da demissão) chegou a comprometer muito essa “visão” dele (e assistindo essa versão, se tem certeza disso).

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Então, temos aqui um filme incompleto e que piora muita coisa em relação a versão de cinema lançada em 1980. Primeira coisa foi o ritmo. Tudo parece que tá no botão “FF” aqui,  acontecendo rápido demais. Cenas boas da versão de cinema foram limadas já que, pelo jeito, foram filmadas pelo Richard Lester, e aqui se tenta deixar só o que o Richard Donner filmou. Assim, o surgimento dos vilões é bem melhor na versão de cinema porque limaram a cena na Torre Eifel; a Lois descobrindo que o Clark é o Superman também é bem melhor na versão de cinema, porque tiraram as cenas internas nos hotéis nas Cataratas do Niagara (e aqui foi pior: colocaram umas gambiarras pesadas aqui – pras cenas internas preencheram com uma cena de teste de elenco, bem mal feita por sinal); o ataque dos vilões na cidade do interior também deu uma piorada, muita coisa foi excluída; e a luta nos céus de Metrópoles também. Podemos dizer que a única coisa que melhorou foi a transformação do Superman em humano. Aqui mantiveram os diálogos dele com o pai, interpretado por Marlon Brando (na versão de cinema não puderam colocar as cenas com Brandon devido desentendimentos entre ele e a produção, daí colocaram a mãe do Superman nessas cenas). Mas até nessa cena conseguiram a façanha de dar uma estragada grave: A cena íntima entre o Clark e a Lois na cama, aparece ANTES dele virar humano. (???) Ou seja, se ele consegue ter esses momentos íntimos com  a Lois sem virar humano, porque resolveu virar humano, já que a questão principal da transformação era a Lois? Me expliquem, por favor.

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E vamos ser realistas: Superman II dentro da “visão” do Richard Donner era e é o Superman I + II. Ele estava filmando os dois juntos, mas o segundo filme morreu quando ele decidiu terminar o primeiro filme antes (por pressão dos produtores). Então, pela lógica, para se manter fiel a essa “visão” dele do Superman II, teriam que refazer o Superman I também, porque ele estava filmando tudo como um filme só. O exemplo maior disso é o final, com a Terra girando ao contrário. Essa cena seria do segundo filme, mas ele decidiu colocar no final do primeiro pra fechá-lo com uma cena impactante, então é muito difícil acreditar que ele colocaria essa cena no final do segundo filme também, se ele tivesse continuado na cadeira do diretor. Essa cena teria que sumir do final do primeiro filme ou do final do segundo filme. Manter ela nos 2 filmes seria burrice. Sem falar que essa cena aqui, não faz o mínimo sentido. Superman resolve o problema simplesmente voltando no tempo. Tudo que você viu nas quase 2 horas de filme, não teve importância nenhuma, já que o Super volta no tempo, e vai viver tudo de novo (Hein?!). Prefiro o “beijo desmemoriador” da versão de cinema mesmo. Simples e direto (mesmo que não faça sentido também).

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Imagino que se tivesse continuado na cadeira de diretor no segundo filme, Richard Donner teria feito muita coisa, e não teria necessariamente mantido essa visão inicial que tinha do segundo filme. Muita coisa poderia e, com certeza, teria mudado. Fica aí mais um motivo pra essa “versão de diretor” ser um blefe. E é meio difícil imaginar como seria essa versão final dele agora, já que creio que nem deu tempo dele ter pensar na conclusão do segundo filme na época, já que a demissão dele veio de uma hora pra outra, logo depois do sucesso do primeiro filme. Enfim, essa “Versão de Diretor”, pra mim, é meio vexa do Richard Donner, forçação de barra mesmo. “Versão do Diretor” serve pra melhorar o filme, dar uma aprimorada, não jogar tudo no lixo como foi feito aqui. Esse Superman II aqui só serve só pra ver o que ele filmou exatamente do segundo filme (se isso tem alguma utilidade pra você, go for it!), e ter um orgulhosinho de ver “Superman II Direct by Richard Donner”. Em vez disso, poderiam ter feito simplesmente uma “Versão Estendida” (como rolou com o 1º filme) “Direct By Richard Donner and Richard Lester”. Pegava a versão do cinema mesmo, excluía as piadas “A Praça é Nossa” do Richard Lester, trocava a cena da transformação do Superman em humano (deixando o pai Marlon Brando ali), e preencheria o filme com umas cenas extras que Donner filmou aqui e acolá (particularmente, queria ver a prisão dos vilões no final, mas essa nem na versão do Diretor colocaram ela) e fim. Teria sido bem mais útil que essa “Versão Blefe” aqui.

Nota – 1/4

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Esquadrão Suicida (2016)

Direção: David Ayer

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Marvel implantou sua fórmula de universo compartilhado nos cinemas, e vem obtendo sucesso com isso. A DC que vinha investido em bons filmes solo do Batman na década passada resolveu também adotar universo compartilhado em suas futuras adaptações de HQ. Com isso, já tivemos Superman – O Homem de Aço em 2013 e Batman vs Superman – A Origem da Justiça esse ano, ambos dirigidos por Zack Snyder. Esquadrão Suicida agora dirigido por David Ayer vem dessa nova leva de adaptações da DC, mas em vez de trazer mocinhos, o filme traz vilões que se juntam pra executar determinada missão. E o resultado disso? Vamos ver…

Diferença desse para o Batman vs Superman é que o filme do Zack Snyder é uma montanha russa com altos e baixos, já esse aqui vai reto do “ponto A” pro “ponto B”. Não cai muito de qualidade ou de ritmo, mas também não cresce. E aí que está o problema: o filme não cresce. A gente fica na esperança de algum momento maior ou um momento mais foda, mas não acontece. Tudo fica na média. Como o filme foi vendido com um hype enorme pela Warner/DC, muita muita gente pode se decepcionar já que não vai encontrar um grande filme, nisso muita crítica negativa está vindo junto do lançamento do filme. Mas a situação é essa: quem for ver, fique preparado para um filme, no máximo, “legal”, não um filme “foda”. Não o hypem muito, que talvez não sairão decepcionados.

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Como disse, aqui temos uma equipe de vilões, que o governo junta para determinadas missões. A única personagem que se destaca dentre eles é só a Arlequina mesmo. A partner do famoso vilão Coringa. Mas você vai ficar com vontade de ver essa personagem foda num filme foda, não num filme mediano como esse. Aliás, Arlequina é a única char aqui que queremos ver de novo num futuro filme DC, e incluio nisso também a personagem da Viola Davis, a Amanda Waller, a chefona que reúne os vilões. Todos outros, se sumirem ninguém sentirá falta. Nem o personagem do Will Smith se salva dessa, apesar de ser um bom char, porque  ele é vilão do Batman, e o Batman tem trilhão de vilões mais interessantes que o Pistoleiro.

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Nem dá pra se animar muito com essa ideia de vilões reunidos já que Will Pistoleiro Smith e Arlequina dominam geral o filme no quesito tempo de tela. Os outros membros do esquadrão tem um momento ou outro, mas no geral, estão bem na retaguarda mesmo, sem maiores chances de “brilhar”. E tem o personagem do filho do Clint Eastwood, Scott Eastwood, que muitos chutaram que poderia ser um dos Robin ou um outro personagem que poderia ser maior no universo DC, mas melhor nem dizer nada do personagem dele pra não dar spoilers bem frustrantes pra quem achava que ele teria participação relevante.

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Um personagem que corre por fora, já que não faz parte da equipe é o Coringa. Agora interpretado por Jared Leto. O marketing do filme explorou o muito, como se ele fosse o personagem principal, mas não dá pra dizer que o Coringa é um “personagem” do filme, ele estaria mais para uma “entidade” mesmo. Aparece aqui e acolá, mas não dá para ter muita impressão dele. Não dá pra dizer “Esse é um Coringa que quero ver num filme do Batman!”, já que a aparição dele aqui é curta não te dá essa base. O jeito é esperar o filme solo do Batman pra saber se o vilão vai prestar ou não nessa nova encarnação. O vilão só serve para ser algum tipo de motivação para a Arlequina e mais nada. Não deixa de ser frustrante.

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No resultado final não fiquei chateado com o filme, curti moderadamente até, talvez porque não fui hypado para vê-lo, mas é um filme que nitidamente poderia ser bem melhor. Tem muito personagem que poderia ser melhor aproveitado, mas não foram.

Nota – 2/4

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Caçafantasmas (2016)

Direção: Paul Feig

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Os Caçafantasmas (Ghostbusters) de 1984, com certeza, já é um dos maiores clássicos do cinema de entretenimento. O filme pegou todo mundo de surpresa ao saber apresentar uma história de comédia com fortes toques sobrenaturais, de 4 cientistas (3, na verdade, mas vamos arredondar) que enfrentam uma onda de fantasmas em Nova York. O filme ganhou, logo depois, uma série de animação na TV que soube explorar esse universo e fez sucesso, mas quando voltou ao cinemas em 1989, com Os Caçafantasmas 2, decepcionou, já que a sequel era basicamente um remake do filme original, sem trazer nenhuma novidade. Com isso, um possível “Os Caçafantasmas 3” ficou emperrado nos bastidores da Sony/Columbia por muito tempo.

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Isso já é história, agora o estúdio, depois de desistir de vez de um terceiro episódio da série, investe num reboot, mudando um elenco masculino por um feminino. Isso causou uma comoção geral na internet, não só dentre aqueles que eram contra um reboot de um “filme querido”, mas também por aqueles que não queriam ver mulheres no lugar dos homens. Sim, o filme encarou uma campanha machista forte contra. Infelizmente, o estúdio burramente usou isso pra promover o filme. Usando o velho ditado “falem mal, mas falem de mim”, a campanha toda de marketing acabou se misturando com essa guerra estúpida na internet. Mas e o filme em si? No geral, dá pra resumir: Não é tão é tão ruim quanto os haters queriam que fosse, mas também não é tão bom quanto os defensores queriam que fosse. O filme fica no meio termo, e a polêmica ou a guerra que o filme gerou acaba sendo maior que o filme em si. Longe (bem longe) da qualidade do filme de 1984, mas é melhor que o segundo filme de 1989, o que não quer dizer muita coisa. Como disse, o segundo é só um remake do primeiro filme, esse aqui tem o mérito de não ser tanto. Se tem certas semelhanças na estrutura, mas consegue ser mais diferente/independente.

O problema do filme está longe de ser seu elenco feminino, provando que essa mudança em si, não era a questão principal. Falando delas: A personagem da Kristen Wiig é a mesma do Missão Madrinha de Casamento, sem tirar, nem por. Mesmos trejeitos, mesmos maneirismo. E até se curti a introdução dela no filme, tem uma história boa ali de como ela entrou e formou o grupo de caçafantasmas. Mas depois disso, o personagem dela simplesmente some. Mesmo sendo uma pseudo líder do grupo, as personagens coadjuvantes (Kate McKinnon e Leslie Jones) são bem melhores ou as que tem as melhores piadas/situações. Já a Melissa McCarthy funciona se ela está lidando com as coadjuvantes, quando está lidando com a personagem da Kristen, some junto dela. Mas isso, não chega a ser um grande problema. As garotas estão aprovadas, e não são o que estraga ou enfraquece o filme.

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Se o elenco feminino foi aprovado, não dá pra dizer o mesmo do elenco masculino. Não o elenco em si, mas dos personagens masculinos. Não dá pra negar que Caçafantamas se coloca como “manhater” já que não sabe trabalhar com os homens no filme. Todos eles ou são inúteis ou estúpidos ou retardados. Fica a dúvida, se isso foi proposital ou falha no roteiro/direção. Por um lado, o diretor Paul Feig não sabe mesmo trabalhar o elenco masculino (até em outros filmes dele isso rola), mas com essa campanha machista na internet contra o filme, não se sabe se ele fez questão, dessa vez, de fazer isso. Como esse universo agrada bem mais aos homens do que as mulheres, é mesmo um erro muito grande não colocar nenhum personagem ali que agrade ou vá chamar a atenção desse público. Um tiro no pé que o filme comete.

Um erro grande foi explorarem demais o personagem do “Thor”, Chris Hemsworth. As reclamações contra as mulheres no filme, fez com que usassem mais esse personagem. O Thor aparece até muito (inclusive no poster), mas duvido que o público masculino vá se interessar, já que ele é retratado como um verdadeiro retardado. E tem muita, mas muita piada com o retardismo dele, e assim apesar do personagem começar bem, se cansa rápido. Até que o Chris tem talento pra comédia, mas forçaram demais e logo se chega no momento que não funciona mais. Ele é uma soma de 3 personagens do filme original: Janine, a recepcionista, Danna, o interesse romântico do personagem principal (no caso aqui, seria interesse sexual da personagem da Kristen) e o personagem do Rick Moranis, que é o bobão do filme (mas o Moranis fazia um nerd atrapalhado, não alguém burro). Aqui quiseram usar o Thor pra essas 3 tarefas, e não deu muito certo (até porque o retardismo dele não deixa).

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Outros problema: O filme não tem a agilidade do original, tanto na introdução (apresentação de personagens, apresentação de história) que é meio longa, mas porque vira e mexe pára tudo pra apresentar as novas gadgets do grupo de cientistas. E elas hoje tem muito mais gadgets do que o grupo original. Parece que só os lasers com a armadilha não bastam, elas tem que ter coisas que dão socos nos fantasmas, os explodem, os lança pra longe. Infelizmente, esse festival de gadgets, quando aparece o confronto com os fantasmas faz parecer que elas lutam contra zumbis. Se antes era burocrático capturar um espírito, hoje basta um soco pra derrubar qualquer um deles. O confronto que era estratégico, hoje acaba se tornando algo mais simplório, um “kick and punch” visto de forma semelhante em vários outros filmes.

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Sobre o vilão, eu digo ok, nada ruim ali. Mas entrega o que é o normal da série: alguém querendo promover o fim do mundo. Fim. A parte envolvendo o prefeito de Nova York, eu até gostei. Não fizeram algo similar ao original, com o prefeito indo buscar ajuda dos Caçafantasmas quando a baderna começasse. O governo aqui trabalha no “faz-de-conta”, querendo fingir que os fantasmas não existem, daí acabam por fazer pouco do trabalho das cientistas, com o filme adotando aquele sub-texto das “mulheres não serem valorizadas no trabalho”. E os efeitos especiais são bons. Gostei do visual dos fantasmas, no geral. E quiseram mudar o visual de tudo da equipe de Caçafantasmas no filme: carro, armas, armadilhas, uniforme, pra parecer mas independente, só que não. Não chega a ser algo tão diferente assim dos filmes anteriores.

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Por fim, olhando somente filme em si: É divertido, mas com várias falhas ainda mais se comparar com o filme original de 1984. Se aprecia com moderação, mas depois se esquece. Agora olhando o filme dentro dessa campanha contra/a favor do elenco feminino: Foi uma perda de tempo. Feministas tem outros filmes pra representá-las melhor (e acho que vem outros muito por aí, já que tem uma onda forte em Hollywood pra isso). Esse Caçafantamas tem elenco feminino legal, mas esqueceu de fazer o contra peso colocando personagens masculinos relevantes, e de se fazer ser mais importante do que uma guerra burra na internet.

Observação: Tem cameos mil de tudo do filme original, inclusive dos seus atores principais. Até o do Harold Ramis (que faleceu a alguns anos) conseguiram citá-lo de alguma forma. O único que ficou de fora foi o Rick Moranis, porque esse se aposentou do cinema de vez. Mas sinceramente, esses cameos só serviram pro elenco original “dar a benção” pra esse reboot, e mais nada. Nem acho que acrescentou muito, no fim das contas. Ficou vazio.

Nota: 2/4

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[WiiU] Mario Kart 8 – Minhas Referências Gamísticas

Voltando ao Mario Kart 8, para um post final do game. Já tinha feito um post similar a esse, mas com referências cinematográficas ( Link ), dessa vez faço um para as referências gamísticas.

Quando se consome muitos games, como eu faço, é fácil notar semelhanças ou referências de um game no outro. Claro que muitas não são propositais do game. São só masturbações mentais minhas mesmo por uma semelhança aqui ou acolá com algum outro game. Então, brinquei de montar Miis e deixar as referências que vejo no MK8 mais explícitas, just for fun. Vamos lá:

10º – Pitfall (1982)

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Pista: DK Jungle

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Claro que uma pista numa floresta te lembra mil outros games (vários tem fases em florestas), mas qual seria o primeiro ali que veio com esse tema? Na minha cabeça, seria Pitfall da Activision. O explorador Harry Pitfall desafiou muitos no começo da década de 80 com suas aventuras em florestas selvagens (imagina o que seria um game crossover entre Pitfall e Donkey Kong? Nintendo e Activision podem trabalhar isso aí).

9º – Tomb Raider (1996)

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Pista: Thwomp Ruins

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Reconheço que não conheço muito as aventuras de Lara Croft, mas ela já é uma personagem tão icônica do mundo dos games que não é difícil fazer essa ligação dessa pista que rola numas ruínas, com os games de aventura dessa personagem.

8º – Uncharted 3 – Drake’s Deception (2011)

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Pista: Dry Dry Desert

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Mais uma vez: uma pista que te lembra vários outros games, já que fases no deserto tem em vários. Mas aqui vou completar a “trilogia” de exploradores/aventureiros de ambientes selvagens nos games. Depois de Harry Pitfall e Lara Croft, agora finalizo com Nathan Drake. Afinal, a parte no deserto no terceiro Uncharted é uma das mais memoráveis da série.

7º – 1080º Snowboarding (1997)

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Pista: Mount Wario

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Uma das melhores pistas do game. Uma descida muito louca numa montanha cheia de neve que te lembra a games de snowboarding. O mais memorável (pra mim): 1080º Snowboarding do N64. Dion Blaster é um dos atletas do game, então coloquei ele pra dar uma volta nessa pista.

6º – Prince of Persia The Sands of Time (2003)

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Pista: Bone-Dry Dunes

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Difícil não fazer essa ligação dessa pista Bone-Dry Dunes com os games Prince of Persia. Seria uma homenagem da Nintendo para com a série famosa da Ubisoft?

5º – Mortal Kombat 3 (1995)

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Pista: Super Bell Subway

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Mk encontra MK. Mario Kart e Mortal Kombat. Aqui tempos uma pista num metrô, similar a um dos cenários do terceiro game dessa famosa série de luta. Coloquei Sub-Zero pra dar um rolê nessa pista (mas sem fatalities, estamos num game Nintendo).

4º – Resident Evil (1996)

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Pista: Twisted Mansion

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Mais um icônico game relembrado aqui. Primeiro Resident Evil rola numa mansão cheia de zumbis. Tiramos os zumbis e colocamos fantasmas aqui, tiramos as armas e damos uma moto para Chris Redfield correr nessa pista maluca do game.

3º – Kid Dracula (Akumajô Special: Boku Dracula-kun) (1991)

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Pista: Sherbet Land

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Fase de neve muitos games tem, mas uma icônica, pra mim, é a do game Kid Dracula. A fase 4, bem difícil e escorregadia, como essa pista aqui. Kid Dracula é considerado uma “versão mirim” de Castlevania feito pela mesma Konami.

2º – Super Adventure Island (1992)

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Pista: Cheep Cheep Beach

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Adventure Island mais uma vez. Apesar de ilhas terem praia, somente no Super Adventure Isaland do Super Nes temos uma fase na praia em algum game da série, lembrando uma essa pista praieira aqui, Cheep Cheep Beach.

1º – Castlevania (1987)

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Pista: Bowser’s Castle

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Top 1 vai pra uma das melhores pistas do game: O Castelo de Bowser. Trouxe o caçador de vampiros Simon Belmont, da série Castlevania, que entende muito bem de castelos, pra dar um rolê nessa pista rock’n roll.

[Wii] Sonic Colors

Fabricante: Sega 

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Sonic surgiu em 1991, há exatos 25 anos, ainda no Mega Drive. O personagem e seus jogos foram definitivos para a disputa dos videogames de época de ouro dos 16 bits (Mega Drive/Super Nes) que tomou conta do início dos anos 90. Mas depois de um bom início nos jogos 3D em 1998 com os dois games da Sonic Adventures no Dreamcast, o personagem se perdeu. Sega, já só como empresa thirdie, ainda conseguia vender seus jogos, mas a qualidade veio decaindo. Com esse Sonic Colors, lançado pra Nintendo Wii em 2010, a coisa já mudou de figura. Estúdio conseguiu fazer um game bem redondo como se a muito tempo não se via. Fases grandes, muita velocidade, poderes extras e nível de exploração extra maximum. Você se acostuma com uma fase, mas volta lá com poderes extras e “Wow! essa parte da fase tava escondida! Meu Deus!”. É assim que um bom game de plataforma (3d ou 2d) tem que ser. Sonic Colors foi uma ótima adição a série do ouriço azul.

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A jogabilidade está 10 porque a Sega enxergou aqui como deve ser um Sonic 3D. Você basicamente corre pra frente, não tem essa de ficar andando pros lados ou pra trás, ou explorando muito os cenários (como rola com um game do Mario ou outro de plataforma 3D). Sonic percorre basicamente pistas de corrida, mas isso não tira a sensação de exploração porque com poderes extras você pode percorrer vários outros  caminhos para chegar no final da fase. O Sonic corre, a habilidade principal dele é essa, então esse formato de pistas de corrida é o ideal mesmo para o personagem. E o game tem em partes 2D também e ambas partes (3D e 2D) interagem muito bem entre si nas fases.

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Os poderes extras do ouriço vem dos alienígenas que ele acha no decorrer do percurso. Cada um dá poder diferente pra ele. São poderes bem legais, que aumentam bem o nível de exploração do jogo, já que você pode explorar partes subterrâneas, aéreas, e outras inacessíveis antes. Claro que quem quer zerar logo, vai poder e rápido, mas quem quer explorar tudo das fases vai ficar um tempo a mais ali, porque os poderes extras vai fazer você querer revisitar cada fases. E acredite, ambas opções de jogatina te dão a diversão que você quer.

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Gráficamente, o game é um desbunde, ainda mais se considerarmos que estamos no Wii, videogame onde as empresas thirdies não esforçavam muito na parte gráfica, mas a Sega caprichou bem. Os cenários são gigantes mesmo, e passam a sensação de fases enormes. As músicas estão show também. Mesmo que se repitam, porque dentro de um mesmo mundo, as fases variam pouco de música, mas mesmo assim está ótimo e marcante. E nos controles você escolhe como joga. O game é compatível com todos controles existentes do Wii, mais o controle do Gamecube. Talvez única reclamação seja que nas partes 2D, o Sonic fica pequeno demais na tela, temos pouca variação de inimigos e os chefões são relativamente fáceis. Mas isso tudo não atrapalha, até porque o game tem qualidades mil que os defeitos acabam sumindo.

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Sobre a história: Dr. Robotnik (ou Eggman) montou um parque de diversões no espaço, e lá capturou alienígenas pra sugar suas energias. O Sonic aparece por lá, sem querer, acaba descobrindo os planos do Robotnik e etc… Mas quem liga pra história num game de plataforma?

Enfim, jogo está aprovado. E sem entender porque a Sega depois de descobrir o ouro aqui, fica remontando os jogos 3D do Sonic a cada jogo, daí a gente se depara com esses “Sonic Boom” da vida em vez de um Sonic Colors 2…

Nota – 4/4

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[Top] Momento Musicais em Filmes Não-Musicais

Não sou muito fã de filmes musicais, mas reconheço que curto momentos musicais em filmes fora desse gênero. Quando bem usados e realizados, sempre rendem bem a favor. Com isso, resolvi montar esse top. Coloquei momentos onde a música está integrada a cena, com o/s personagem/ns cantando ou dublando uma música. Não coloquei “clipes” que muitos filmes usam porque pretendo deixar esse para outro top futuro.

Vamos lá!

13º – This Could Be the Start of Something Big – Corra que a Polícia vem aí 33 1/3 (1994)

Começar com um Guilty Pleasure: A cena do Oscar no Corra que a Polícia vem aí 33 1/3. Terceiro filme da série já não tão engraçado com os anteriores, mas zoar o Oscar sempre é bem vindo. Saudades, Leslie Nielsen.

12º – Try a Little Tenderness (Otis Redding) – A Garota de Rosa Shocking (1986)

Nunca sei se esse momento de A Garota de Rosa Shocking é antológico ou vergonha alheia. Talvez os dois. Escolham. De qualquer forma, vai pro Top essa tentativa frustrada de Duckie seduzir Andie com uma performance numa loja de discos.

11º – Macarena (Los Del Rio) – Vamos Nessa (1999)

Talvez seja um guilty pleasure meu essa cena, ou não, mas sempre rio com ela. Personagem tem alucinações com a Macarena num supermercado. **Fazendo uma exceção a regra, já que o personagem não está cantando a música, mais ela está mentalmente tocando na cabeça dele.

10º – Jump For My Love (The Pointer Sisters) – Simplesmente Amor (2003)

Hugh Grant de 1º Ministro dançando/cantando Jump da Pointer Sisters não é qualquer coisa. Só não pegou um número maior no top porque é curta, deveria ter durado mais, porque estava tudo bom demais.

9º – Living in America – Rocky IV (1985)

Se você quer saber algo sobre os anos 1980, Rocky IV é um dos filmes que, com certeza, você tem que conferir. Toda breguice dessa época está esfregada no filme, inclusive nessa cena inicial com James Brown, explorando a Guerra Fria entre EUA e URSS (Russia) num show megalomaníaco.

8º – Bohemian Rhapsody (Queen) – Quanto Mais Idiota Melhor (1992)

Você começa com Queen na trilha, você já entra ganhando. Aqui, alguns personagens e situações do filme são introduzidos sob a emblemática Bohemina Rhapsody, umas das maiores canções do grupo. Party on, Wayne!

7º – Twist and Shout (The Beatles) – Curtindo a Vida Adoidado (1986)

Num top desse não pode faltar essa cena desse clássico da Sessão da Tarde. Ferris Buller interrompe uma desfile para cantar Twist and Shout by Beatles. Grande momento do filme.

6º – Girl, You’ll Be a Woman Soon (Urge Overkill) – Pulp Fiction Tempo de Violência (1994)

Momentos musicais antológicos é o que mais tem na filmografia de Quentin Tarantino. Aqui vai uma do Pulp Fiction, com a personagem da Uma Thurman, numa performance em cima de Girl, You’ll be a Woman soon.

5º – Johnny Be Good – De Volta Para o Futuro Parte II (1989)

Claro que essa cena no 1º filme é antológica, mas quis ser do contra aqui e mostrar a versão do segundo filme dessa mesma cena. Temos Marty  tentando evitar um paradoxo quando seu ‘outro eu’ cantando no palco quase se dá mal com os capangas do Biff.

4º – You Make my Dreams come True (Hall & Oates)- (500) Dias com Ela (2009)

O diretor Marc Webb não deu certo dirigindo os filmes do Homem Aranha, mas por essa cena de (500) Dias com Ela, ele bem que poderia antes ter dados umas dicas pro Sam Raimi naquelas cenas ruins do Peter Parker emo de Homem Aranha 3. **Mais uma exceção aqui a regra. O personagem aqui não canta literalmente, mas a música está nitidamente na cabeça dele.

3º – Star Spangled Man With a Plan – Capitão América O Primeiro Vingador (2011)

Marvel introduz um dos seus heróis mais importantes no cinema em cima de um musical dos Anos 1940. Cena charmosa como o filme, e mostra um o ridículo que o governo fez o personagem passar até entrar em ação.

2º – Tiny Dancer (Elton John) – Quase famosos (2000)

A música e o filme já são ótimos, mas une os dois nessa cena e tudo aumenta a estratosfera. Esse momento é um dos momentos mais tenros do filme, me emociono sempre quando vejo. Acabo inevitavelmente cantando junto dos personagens.

1º – Anything Goes – Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)

O que é essa introdução no começo de Templo da Perdição, Spielberg? Um musical anos 30. Que jeito mais certeiro de começar a segunda aventura do arqueólogo mais famoso do cinema. Top 1.

[Especial] Filmes Vistos em 2015

Mais uma relação de filmes que vi no ano, como a que fiz ano passado. Demorei a fazer essa de 2015, saindo no meio de 2016, quando já me esqueci de muita coisa que vi. Mas está aí:

Janeiro/2015

01) De Volta Para o Futuro (Robert Zemeckis, 1985) 5/4 Revisto
02) De Volta Para o Futuro Parte 2 (Robert Zemeckis, 1989) 5/4 Revisto
03) De Volta Para o Futuro Parte 3 (Robert Zemeckis, 1990) 4/4 Revisto
04) Busca Implacável 3 (Oliver Megaton, 2015) 3/4
05) Trocando as Bolas (John Landis, 1983) 3/4 Revisto
06) Pandorum (Christian Alvart, 2009) 2/4

Fevereiro/2015

07) X-Men Dias de um Futuro Esquecido(Brian Singer, 2014) 4/4 Revisto
08) A Invenção de Hugo Cabret(Martin Scorsese, 2011) 4/4
09) O Primeio Ano do Resto de Nossas Vidas(Joel Schumacher, 1985) 3/4
10) O Expresso Polar (Robert Zemeckis, 2004) 4/4 Revisto
11) A Lenda de Beowulf Robert Zemeckis, 2007) 3/4 Revisto
12) As Aventuras de Tintim(Steven Spielberg, 2011) 3/4
13) Os Caçafantasmas 2 (Ivan Reitman, 1989) 2/4 Revisto
14) Capitão América – O Primeiro Vingador(Joe Johnston, 2011) 4/4 Revisto
15) Capitão América 2 – O Soldado Invernal(Anthony e Joe Russo, 2014) 5/4 Revisto
16) O Iluminado (Stanley Kubrick, 1980) 5/4 Revisto
17) Todo Mundo em Pânico 5(Malcom D Lee, 2013) 0/4

Março/2015

18) A Noite das Brincadeiras Mortais (Fred Walton, 1986) 4/4 Revisto
19) Trapaça (David O Russell, 2013) 2/4
20) Kingsman – Serviço Secreto (Matthew Vaughn, 2014) 3/4
21) O Vencedor (David O. Russell, 2010) 3/4
22) Três Reis (David O Russell, 1999) 4/4 Revisto
23) Meu Malvado Favorito (Pierre Coffin e Chris Renaud, 2010) 2/4
24) A Origem (Christopher Nolan, 2010) 3/4 Revisto
25) A Hora do Pesadelo 3 – Os Guerreiros dos Sonhos (Chuck Russell, 1987) 3/4 Revisto
26) Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Christopher Nolan, 2012) 2/4 Revisto

Abril/2015

27) A Hora do Pesadelo 5 – O Maior Horror de Freddy (Stephen Hopkins, 1989) 2/4 Revisto
28) A Entidade (Scott Derrickson, 2012) 3/4
29) Os Vingadores – A Era de Ultron(Joss Whedon, 2015) 3/4

Maio/2015

30) De Volta Para o Futuro Parte 2 (Robert Zemeckis, 1989) 5/4 Revisto
31) Mad Max – A Estrada da Fúria (George Miller, 2015) 5/4
32) Alien – O 8º Passageiro (Ridley Scott, 1979) 5/4 Revisto
33) Aliens O Resgate (James Cameron, 1986) 5/4 Revisto
34) Poltergeist O Fenômeno (Gil Kenan, 2015) 1/4

Junho/2015

35) Amaldiçoado (Alexandre Aja, 2013) 3/4
36) Os Caçadores da Arca Perdida (Steven Spielberg, 1981) 5/4 Revisto
37) Minha Mãe é uma Viagem (Anne Fletcher, 2012) 1/4
38) Depois de Horas (Martin Scorsese, 1985) 5/4 Revisto
39) Mulher Nota 1.000 (John Hughes, 1985) 2/4 Revisto
40) Ruas de Fogo (Walter Hill, 1984) 2/4 Revisto
41) Prisioneiro da Morte (Dario Piana, 2007) 1/4
42) Halloween 4 – O Retorno de Michael Myers (Dwight H. Little, 1988) 3/4 Revisto
43) 2019 – O Ano da Extinção (The Spierig Brothers, 2009) 0/4
44) Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros (Colin Trevorrow, 2015) 3/4
45) Sexta-feira 13 Parte 7 – A Matança Continua (John Carl Buechler, 1988) 2/4 Revisto
46) Alien 3 (David Fincher, 1992) 3/4 Revisto
47) Maluca Paixão (Phil Traill, 2009) 1/4
48) Antes só do que mal Acompanhado (John Hughes, 1987) 5/4 Revisto
49) Férias Frustradas 2 (Amy Heckerling, 1985) 3/4 Revisto
50) Férias Frustradas de Natal (Jeremiah Chechik, 1989) 3/4 Revisto
51) Meus Vizinhos são um Terror (Joe Dante, 1989) 2/4 Revisto
52) Uma Escola Muito Louca (Steve Miner, 1986) 2/4 Revisto

Julho/2015

53) A Casa do Espanto (Steve Miner, 1986) 3/4 Revisto
54) Quero ser Grande (Penny Marshall, 1988) 4/4 Revisto
55) Pânico na Escola (Joseph Kahn, 2011) 1/4
56) Aterrorizada (John Carpenter, 2011) 2/4
57) O Exterminador do Futuro Genêsis (Alan Taylor, 2015) 2/4
58) Homem-Formiga (Peyton Reed, 2015) 4/4
59) Uma Ladra Sem Limites (Seth Gordon, 2012) 2/4
60) Homem-Formiga (Peyton Reed 2015) 4/4 Revisto
61) Resident Evil – Condenação (Makoto Kamiya, 2012) 1/4
62) Homem-Formiga (Peyton Reed, 2015) 4/4 Revisto
63) Saindo do Armário (Chris Nelson, 2014) 2/4
64) A Dama de Vermelho (Gene Wilder, 1984) 2/4

Agosto/2015

65) Depois de Horas (Martin Scorsese, 1985) 5/4 Revisto
66) Sexta-feira 13 Parte 5 – Um Novo Começo (Danny Steinmann, 1985) 1/4 Revisto
67) O Voo (Robert Zemeckis, 2012) 4/4
68) Sexo, Mentiras e Videotape (Steven Soderbergh, 1989) 4/4
69) The Roover – A Caçada (David Michôd, 2014) 1/4
70) O Mais Louco Verão Americano (David Wain, 2001) 1/4
71) Sem Limites (Neil Burger, 2011) 2/4
72) Dredd (Pete Travis, 2012) 4/4
73) State Island Summer (Rhys Thomas, 2015) 1/4
74) Missão: Impossível (Brian De Palma, 1996) 3/4 Revisto
75) Missão: Impossível 2 (John Woo, 2000) 2/4 Revisto
76) Missão: Impossível 3 (J.J. Abrams, 2006) 4/4 Revisto
77) Missão: Impossível – Protocolo Fantasma (Brad Bird, 2011) 2/4 Revisto
78) Missão: Impossível – Nação Secreta (Christopher McQuarrie, 2015) 2/4
79) Batman Begins (Christopher Nolan, 2005) 3/4 Revisto
80) Batman – O Cavaleiro das Trevas (Christopher Nolan, 2008) 5/4 Revisto
81) A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy (Jack Sholder, 1985) 2/4 Revisto
82) Jogos Vorazes – A Esperança Parte 1 (Francis Lawrence, 2014) 3/4
83) Ou Tudo ou Nada (Peter Cattaneo, 1997) 3/4 Revisto
84) Pague para Entrar, Reze para Sair (Tobe Hope, 1981) 2/4 Revisto

Setembro/2015

85) Holocausto Canibal (Ruggero Deodato, 1980) 3/4
86) Um Novo Despertar (Jodie Foster, 2011) 2/4
87) Os Novos Vingadores – Heróis do Amanhã (Jay Oliva e Gary Hartle, 2008) 2/4
88) Moulin Rouge – Amor em Vermelho (Baz Luhrmann, 2001) 2/4
89) Hitman – Agente 47 (Aleksander Bach, 2015) 3/4
90) Expresso do Amanhã (Bong Joon-ho, 2013) 3/4
91) O Abrigo (Jeff Nichols, 2011) 3/4
92) Férias Frustradas (John Francis Daley, 2015) 3/4
93) Garota Exemplar (David Fincher, 2014) 4/4

Outubro/2015

94) O Buraco (Joe Dante, 2009) 1/4
95) Xanadu(Robert Greenwald, 1980) 2/4
96) Um Parto de Viagem(Todd Phillips, 2010) 2/4
97) Triângulo do Medo (Christopher Smith, 2009)3/4
98) Os Fantasmas se Divertem (Tim Burton, 1988) 5/4 Revisto
99) Apertem os Cintos, O Piltoto Sumiu! (Jim Abrahams, David e Jerry Zucker, 1980) 5/4 Revisto
100) Indiana Jones e o Templo da Perdição (Steven Spielberg, 1984) 5/4 Revisto
101) Curtindo a Vida Adoidado (John Hughes,1986) 5/4 Revisto
102) A Travessia (Robert Zemeckis, 2015) 4/4
103) Perdido em Marte (Ridley Scott, 2015) 3/4
104) Atividade Paranormal – Dimensão Fantasma 3D (Gregory Plotkin, 2015) 1/4
105) Sexta-feira 13 Parte 8 – Jason Ataca em Nova York (Rob Hedden, 1989) 1/4 Revisto
106) O Albergue 3 (Scott Spiegel, 2011) 0/4
107) Sexta-feira 13 (Sean S Cunninghan, 1980) 5/4 Revisto

Novembro/2015

108) As Criaturas Atrás das Paredes (Wes Craven, 1991) 2/4
109) O Massacre da Serra Elétrica – A Lenda Continua (John Luessenhop, 2013) 2/4 Revisto
110) Psicose II (Richard Franklin, 1983) 3/4 Revisto
111) Psicose III (Anthony Perkins, 1986) 2/4 Revisto
112) Psicose IV – O Início (Mick Garris, 1990) 2/4 Revisto
113) A Volta dos Mortos Vivos (Dan O’bannon, 1985) 3/4 Revisto
114) 007 Contra Spectre (Sam Mendes, 2015) 2/4
115) Tenebre (Dario Argento, 1982) 4/4
116) Seis Mulheres para o Assassino (Mario Bava, 1962) 4/4
117) Coração Satânico (Alan Parker, 1987) 5/4 Revisto
118) O Estranho Vício da Sra Wardh (Sergio Martino, 1971) 3/4
119) O Segredo do Bosque dos Sonhos (Lucio Fulcci, 1972) 4/4
120) A Maldição de Chucky (Don Mancine, 2013) 3/4 Revisto
121) O Massacre da Serra Elétrica – O Início (Jonathan Liebesman, 2006) 2/4 Revisto
122) As Aventuras de Peabody & Sherman (Rob Minkoff, 2014) 1/4
123) A Visita (M Night Shyamalan, 2015) 3/4
124) Máquina Mortífera (Richard Donner, 1987) 4/4 Revisto
125) Máquina Mortífera 2 (Richard Donner, 1989) 5/4 Revisto
126) Máquina Mortífera 3 (Richard Donner, 1992) 3/4 Revisto
127) Máquina Mortífera 4 (Richard Donner, 1998) 3/4 Revisto

Dezembro/2015

128) A Maldição do Demônio (Mario Bava, 1960) 5/4
129) O Alerta Vermelho da Loucura (Mario Bava, 1970) 3/4
130) A Garota que sabia Demais (Mario Bava, 1963) 3/4
131) Cães Raivosos (Mario Bava, 1974) 4/4
132) Star Wars Episódio VII – O Despertar da Força (JJ Abrams, 2015) 4/4
133) O Ciclo do Pavor (Mario Bava, 1966) 2/4
134) Lisa e o Diabo (Mario Bava, 1972) 3/4
135) Star Wars Episódio VII – O Despertar da Força(JJ Abrams, 2015) 4/4 Revisto
136) A Inocente Face do Terror (Robert Mulligan, 1972) 2/4
137) O Espetacular Homem Aranha (Marc Webb, 2012) 2/4 Revisto
138) O Expresso Polar (Robert Zemeckis, 2004) 3/4 Revisto
139) A Profecia (Richard Donner, 1976) 5/4 Revisto
140) Damien Profecia II (Don Taylor, 1978) 2/4
141) A Profecia III – O Conflito Final (Graham Baker, 1981) 2/4
142) A Profecia IV – O Despertar (Jorge Montesi e Dominique Othenin-Girard, 1991) 0/4
143) A Profecia (John Moore, 2006) 1/4 Revisto
144) Titanic (James Cameron, 1997) 2/4 Revisto
145) Terror nas Trevas (Lucio Fulci, 1981) 2/4
146) A Mansão do Inferno (Dario Argento, 1980) 4/4
147) O Vingador do Futuro (Paul Verhoeven, 1990) 5/4 Revisto

**Relembrando: em parênteses, está o nome do diretor do filme e ano de lançamento (by imdb). Coloquei “Revisto” na frente dos filmes que revi esse ano. Os demais, são os que vi pela 1ª vez em 2015.

Comentários sobre os filmes de 2015:

CLÁSSICOS REVISITADOS NO CINEMA:

O Iluminado
De Volta Para o Futuro Parte II
Os Caçadores da Arca Perdida
Sexta-feira 13

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Antes de comentar os filmes visto pela 1ª vez em 2015, abro esse espaço pra falar em filmes que revi esse ano, porque não era um habito por aqui (onde moro) os cinemas reexibirem filmes antigos. Mas uma rede de cinemas vem reexibindo filmes queridos do passado, assim pude rever alguns que não tinha visto originalmente nos cinemas. E as salas de cinemas ainda são o lugar ideal pra se assistir os filmes, por isso fiquei maravilhado com essa experiência. Com O Iluminado acabei vendo a versão americana,  que contém cenas extras não incluídas na versão nacional. Com De Volta Para o Futuro Parte II, o público sorriu com o trailer da Parte III no fim do filme, o anunciando para o já distante “Verão de 1990”. Com Os Caçadores da Arca Perdida, revi como era bom presenciar uma aventura de Indy numa tela grande (Ok, eu vi o 4º filme nos cinemas, mas o original é imbatível). E aquele final de Sexta-feira 13 ainda faz o público pular da cadeira (sim, isso aconteceu na exibição do filme aqui). Pena que perdi outros filmes importantes nesse revival . Se desse teria visto bem mais, mas só esses já valeram e MUITO.

Fazendo um resumo dentre os filmes que vi pela 1ª vez esse ano:

MELHOR DOS MELHORES:

Mad Max – A Estrada da Fúria

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Testemunhe! Com certeza, o filme-evento do ano passado. Mesmo correndo por fora, e não rendendo tanta bilheteria como outros blockbusters, mas é o filme que muitos já guardaram no coração, nascendo já um clássico. Extremamente bem cuidado em todos os detalhes, e que filme bonito, pelamor! Fotografia no máximo e o 3D é um desbunde. George Miller e a série Mad Max ressurgem no topo. Já quero o próximo.

OUTROS MELHORES:

Star Wars Episódio VII – O Despertar da Força
A Travessia
Garota Exemplar

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Star Wars VII também voltou com tudo. Mesmo usando e abusando de elementos dos filmes originais, o que dá um ar de ‘remake’, mas conseguiu trazer personagens novos importantes e carismáticos, e uma história que faz a gente querer ver mais. A saga está bem encaminhada. A Travessia é outra grata surpresa do diretor Robert Zemeckis. Narra uma história real de um equilibrista francês que pretende cruzar numa corda as Torres Gêmeas de Nova York nos anos 70. Começa suave como pura poesia na França, depois passando um ritmo mais rápido de filme de ladrão, no planejamento da Travessia nos EUA, até o momento final na Travessia em si, que é extasiante. Considero um dos melhores filmes do diretor. Garota Exemplar é um que só vi ano passado, mas foi um dos mais elogiados de 2014, e não sem razão. David Fincher entregando mais um filme top.

 SURPRESA:

A Visita
Homem Formiga

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A Visita é mais um filme do Night M Shyamalan e, incrivelmente, é bem legal. O diretor começou por cima com filmes que ainda são cultuados como Sexto Sentido, Corpo Fechado, Sinais e, até, A Vila, mas capengou muito nos seguintes, por isso se fica surpreso em ver outro filme de qualidade dele. Ele volta à boa forma ao entregar um ‘found-footage’ (filme de imagens encontradas, como A Bruxa de Blair e Atividade Paranormal), mas colocando um humor saudável a formula através dos seus personagens principais. Esse é, com certeza, o que filme do gênero que melhor explora seus personagens. Já Homem-Formiga, depois da decepção com Vingadores A Era de Ultron (digo mais sobre adiante), a Marvel consegue entregar um filme simpático, em ritmo de sessão da tarde com personagens bem agradáveis. Mais que um filme HQ, ou de super-herói, é um belo filme bem pipocão mesmo, pra assistir e relaxar.

GUILTY PLEASURE:

Hitman – Agente 47
Férias Frustradas

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Não gosto dessa expressão “Guilty Pleasure”, que se usa para aqueles filmes que apesar de ruins, a gente gosta. Sou meio contra isso porque a partir do momento que você curte o filme, ele não seria “ruim”. Mas depois de ver Hitman – Agente 47 acabo me rendendo a essa expressão. Nesse filme realmente se consegue enxergar a ruindade, ela é praticamente algo palpável, mas mesmo assim, consegui gostar muito dele. E nem sei o porquê. Então, é um “Guilty Pleasure” mesmo. Já esse quinto Férias Frustradas (é uma continuação, não um remake), já vejo ele bem legal. Curti o filme, sem ressalvas. Ele me lembrou de como era bom a clássica série da década de 80 com o Chevy Chase (ele faz uma participação aqui). Coloquei nessa categoria porque o filme teve muita crítica negativa, e já é visto como “ruim” por muita gente, mas, enfim, eu gostei.

ANOS 80:

Sexo, Mentiras e Videotape
Xanadu
O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas
A Dama de Vermelho
80s

Esses são filmes da década de 80, mas que só vi ano passado. É uma década marcante pra mim, mas esses filmes passaram batido por mim na época, e só fui ver em 2015. Sexo, Mentiras e Videotape é ainda um filme com tema bem atual. Steven Sodenberg começou bem sua carreira fazendo um algo inteiramente relevante, que se consegue sustentar hoje em dia. Xanadu posso dizer que é outro ‘Guilty Pleasure’. Um filme extremamente brega, Olivia Newtin John de patins, luzes neon ‘everywhere’, mas no fim, gostei, talvez pela nostalgia da época, e porque tem umas músicas legais. O Primeiro Ano de Nossas Vidas já é aquele drama jovem que reúne um elenco que está se formando e prometendo fazer coisas maiores no futuro. Tem umas situações que soam bem estranhas hoje (como o personagem do Emilio Estevez ser um stalker), mas é um filme charmoso dirigido pelo Joel Schumacher bem antes dele se dar mal com os filmes do Batman. A Dama de Vermelho é uma boa comédia ‘cafajeste’, diria assim. O filme é uma ‘ode’ ao adultério, mas mesmo assim bem divertido (se você não se incomodar com o tema).

FRUSTRANTE:

Vingadores – A Era de Ultron

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Só teve um filme frustrante em 2015, e esse é Vingadores A Era de Ultron. Talvez por curtir as produções da Marvel, acabei esperando muito do filme, mas ele não entregou muita coisa. Não é um filme ruim, bem longe disso, só que ficou bem aquém do que deveria. Ele não acrescentou nada no universo Marvel, e se limita a ser só um novo encontro dos super-heróis. Fim. Até depois de assistir Capitão América – Guerra Civil esse ano, se vê como o filme não avançou nada na história e teve que vir o novo filme do Capitão pra fazer isso.

FILMES QUE JÁ ESQUECI DO QUE VI:

2019 – O Ano da Extinção
Minha Mãe é uma Viagem

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Título é autoexplicativo, realmente, eu não lembro nada ou quase nada desses filmes. Nem poderia comentar algo. Então, mesmo sendo ruins ou bons, me causaram impressão nenhuma. Até poderia procurar pra achar o que eu disse deles na época, mas nem vou me dar ao trabalho. Deixa pra lá.

PIOR DOS PIORES:

Poltergeist O Fenômeno

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Poltergeist O Fenômeno é mais um remake infeliz de um filme querido dos Anos 80. Fez mudanças aqui e acolá na história, mas nada que justifique a existência deste remake. Quiseram colocar um elemento que é a história vista pelo filho do casal, mas em nenhum momento o filme passa essa sensação. O menino nem tá tão em foco aqui na história, está largado ali mas em cima disso, uma cena chave importante foi mudada em relação ao original, mas foi uma mudança infeliz que não faz o mínimo sentido. 

OUTROS PIORES:

A Profecia IV – O Despertar
O Albergue 3
Todo Mundo em Pânico 5
O Mais Louco Verão Americano

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A Profecia IV é mais uma sequel feita direta pra TV de um filme clássico, e O Albergue 3, nem sou fã da franquia, mas esse é pura várzea. Ambos têm produções pobres, que não justifica essas sequências. Todo Mundo em Pânico 5 é uma sequel inútil da série, que até tinha começado bem com o 1º filme (e gosto do 3º também), mas aqui já não se encontra motivos pra continuar, ainda mais porque as paródias perderam totalmente o charme quando deixaram de satirizar gêneros e começaram a virar uma colcha de retalhos com cenas chupinhadas de filmes de sucessos. E O Mais Louco Verão Americano é um filme cult, que até ganhou série no NetFlix, mas é mais uma comédia extremamente boboca, cujo único charme é o elenco que ficaria mais famoso e conhecido depois desse filme. A série do Netflix também é bem ruim.

Capitão América (1944, 1979 e 1990)

Capitão América, com certeza, estrelou a melhor trilogia dentro do universo Marvel atualmente. Os 3 filmes só foram melhorando de um pra outro. Mas nem sempre foi assim. O herói não teve um início muito bom no cinema (e TV) com algumas tentativas fracassadas no passado. A primeira aparição foi em uma série de filmetes na década de 1940. Muito tempo depois, houve uma tentativa de uma série na TV  no fim da década de 1970, e por fim, tudo culminou no  filme da  Cannon (especialista em produções de baixo orçamento) em 1990. Aqui comento essas 3 tentativas fracassadas de levar o herói da HQ para as telas.

Capitão América (1944)

Dir.: Vários

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Feito na década de 1940, em preto e branco. São 15 episódios de uns 30 min. estrelados pelo “Capitão América”. E porque coloquei Capitão América entre aspas? Vamos lá:

01) Ele não tem escudo;
02) Ele não é um soldado;
03) Não tem 2ª guerra ou qualquer outra guerra;
04) Não existe soro do super soldado;
05) O Capitão não é o Steve Rogers. Ele é Grant Gardner, o promotor (?) da cidade;
06) O vilão é um tal de Escaravelho. Ele é um dono do museu da cidade. Nada de nazistas, Hydra, Caveira vermelha e etc;
07) Gail Richards é o nome da mocinha.

A única coisa que tem de Capitão é que o herói se chama Capitão América e o uniforme é similar (podre, mas similar). E só.

Todos episódios terminam de uma estrutura básica em que o Capitão ou a mocinha Gail estão quase batendo as botas no final do episódio por causa de alguma armadilha do vilão, e deixam isso em aberto até o episódio seguinte mostrar como ele ou ela escapou da armadilha. Isso acontece em todos episódios, descontando o episódio final. Ainda bem que teve um final, e não acabou no meio do percurso.

Uma coisa notável são as cenas de brigas. Mesmo com um ar circense, elas são intensas e parece que os atores realmente se machucaram muito aqui realizando essas cenas. O ator que fez o Capitão morreu depois das filmagens com um ataque no coração, então essas lutas eram mesmo bem desgastantes. Imagino a dificuldade para ele já que ele estava em TODAS essas cenas sem dublês. E como as histórias iniciais do Capitão nas HQs eram porrada pura,  nisso acertaram nessa adaptação… Pelo menos isso.

Outra coisa notável é a “mocinha”. Ela não é namorada do Capitão, ela é assistente dele, e ele nunca faz pouco dela, colocando ela até em situações de perigo. Mesmo que ela acabe posando muitas vezes de “mocinha que precisa ser resgatada”, não vi uma diminuição da personagem. Isso durante a década de 40 talvez seja algo bem “inovador”.

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No fim, se assisti mais por curiosidade. Não é ruim em si, mas também não dá pra animar muito. A crítica principal, pelo menos pra quem é fã do personagem, foi terem usado pouco ou quase nada das história ou características do Capitão, já que se mudassem o uniforme e o nome do tal promotor Grant Gardner aqui, ele poderia ser qualquer outro herói.

Nota – 1/4

Capitão América (1979)

Dir.: Rod Holcomb

Capitão América 2 (1979)

Dir.: Ivan Nagy

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Com o sucesso do seriado de TV do Incrível Hulk no fim dos anos 1970, houve a tentativa de se fazer uma do Capitão América, mas não deu muito certo e ficou só em dois telefilmes. Aqui de novo, não tem uma adaptação literal das HQs, já que nada de 2ª guerra, congelamento, Caveira Vermelha e Hydra. A história toda se passa nos tempos atuais (anos 1970), mas pelo menos o personagem é o Steve Rogers. Aqui ele é o segundo Capitão América, já que seu pai tinha sido Capitão América antes dele (isso não vem das HQs, Steve sempre foi o Capitão original).

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O segundo filme é um pouco melhor que o primeiro, já que esse perde muito tempo com a introdução de história e personagens. O segundo tem mais ação, tem o Christopher Lee como vilão (e isso ajuda muito) e gostei de alguns lances da história. Problema maior de ambos os filmes, além do uniforme berrante demais do herói, são as cenas de ação que não passam nenhuma vez a sensação dos superpoderes do Capitão. Ele realiza umas coisas superpoderosas aqui e acolá, mas no fim não dá pra ter muita noção mesmo. Mas apesar de tudo, se tivessem dado jeito no uniforme dele, e melhorado essas cenas de ação, até poderia ter virado uma série boa sem problemas.

Nota – 1/4 (parte 1) e 2/4 (parte 2)

Capitão América – O Filme (1990)

Direção: Albert Pyun

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Nesse filme do início dos anos 1990 tiveram a preocupação de seguir bem mais os quadrinhos do que as outras adaptações (dos anos 1940 e 1970), com a história iniciando nos Anos 40, e com nazistas no meio, depois trazendo os personagens (Capitão e Caveira Vermelha) pros tempos atuais (anos 1990, no caso).

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O roteiro do filme até que tem muitos acertos, mas a produção capenga acaba por atrapalhar tudo. O começo até meio do filme soam bem, mas a parte final, com mais cenas de ação, o filme cai muito, já que a produção não consegue sustentar. Produzido por Menahem Golan, que era o mesmo de filmes de pancadaria do Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris e Charles Bronson, que tinham produções bem mais simplórias, então quando era necessário uma superprodução, tudo acabava capengando muito mesmo, mas dentro desse universo do Menahem Golan, o filme até que se saiu minimamente bem. Poderia ser bem pior, considerando que foi ele o responsável por Superman IV, e esse ficou completamente ruim (Sim, talvez o único mérito desse filme é ser melhor que o Superman IV).

Os atores principais (Matt Sallinger como Steve Rogers e Kim Gillingham como Sharon Carter) não foram bem escolhidos, mas ter Ronny Cox (vilão do Robocop e Vingador do Futuro), como presidente bonzinho dos EUA, e o Ned Beatty (capanga do Lex Luthor no Superman – O Filme), com o jornalista que tenta ajudar o Capitão, é tudo de bom, E gostei da presença da filha do Caveira Vermelha. Queria ela nos filmes recentes da Marvel, mas sei lá se é possível.

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No geral, mesmo com produção paupérrima, acabei curtindo mediamente o filme, por algumas coisas bem boladas aqui e acolá pelo roteiro, e por seu valor histórico. Só não recomendo. A não ser para aqueles que curtem, ou não se incomodam, com as produções paupérrimas do Menahem Golan (mas lembrando que esse aqui não tem muita da porradaria que era o usual do produtor).

Nota – 2/4

cap 17

[Série] A Profecia (1976-2006)

Dia 25 desse mês, completam 40 anos o clássico A Profecia. Filme clássico que trata do surgimento do anti-cristo, que aterrorizou, e ainda aterroriza plateias do mundo inteiro. Com a proximidade da data resolvi postar aqui uns textos que escrevi sobre os filmes da série.

A Profecia (The Omen, 1976)

Dir.: Richard Donner

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Filme narra a história de um diplomata que ao saber que o filho morreu ao nascer, resolve aceitar a proposta de um padre em adotar uma outra criança que nascera naquele momento, sem saber que o menino seria o anti-cristo. A Profecia é daqueles clássicos instantâneos. Talvez um projeto que teria tudo pra dar errado, mas não dá por causa da eficiente equipe que sabia o que tava fazendo. Richard Donner na direção, Jerry Goldsmith na trilha, Gregory Peck como personagem principal. Tudo acertado demais. Clássico.

E curioso saber que foi esse filme que salvou a Fox nos anos 70, não Star Wars, porque com o dinheiro que o estúdio ganhou aqui, é que conseguiu financiar outros projetos que estavam emperrados, Star Wars incluso.

Nota – 5/4

Damien A Profecia II (Damien Omen II, 1978)

Dir.: Don Taylor

p2

Apesar do final em aberto, o filme original não necessariamente pedia continuações, mas com o sucesso, claro que elas viriam, e até poderiam ser boas, mas infelizmente não são. Esse segundo filme é fraco porque se foca demais nas mortes e não tanto na trama envolta do Damien. A situação era meia até meio ridícula, porque bastava a pessoa olhar estranho pro garoto, que lá vinha mais uma cena de morte. Algumas situações poderiam ser melhor trabalhadas, como a relação do Damien com a tia, e com o primo dele, mas pelo jeito as mortes eram mais importantes. Daria nota 1, porque é tudo meio fraco mesmo, ainda mais se comparando com o filme original, mas subiu pra 2 porque algumas mortes são mesmo cabulosas, como a que acontece no gelo e a no elevador.

Nota – 2/4

 A Profecia III – O Conflito Final (The Final Conflict, 1981)

Dir.: Graham Baker

p3

Estúdio tinha intenção de fazer uns 7 filmes de A Profecia, mas se tocaram que não tinham como enrolar o muito público, sem falar na fraca recepção do segundo filme (mesmo esse tendo rendido bem), então resolveram sabiamente parar por aqui no 3º filme. Esse aproveita melhor o potencial do Damien, como personagem (ele é defendido bem pelo Sam Neil) e não fica muito focado em cima das mortes como o 2º filme, então considero a melhor continuação de A Profecia. Não chega a ser um salvador da pátria, mas é melhorzinho que os outros, e como “Final” ele funciona bem como tal.

Nota – 2/4

A Profecia IV – O Despertar (The Omen IV – The Awening, 1991)

Dir.: Jorge Montesi e Dominique Othenin-Girard

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Não dava pra esperar muito desse 4º filme, já que é uma produção de TV, que se limitava a ser um semi-remake do filme original, se limitando a apenas trocando o sexo do protagonista (agora é uma menina demoníaca, não um garoto). O filme tenta mostrar a nova anti-cristo mais em sociedade, tendo problemas em casa e na escola, mas nada muito marcante ou especial. O final dá uma melhorada quando se foca na investigação da mãe e de um detetive (a morte dele é a coisa mais notável desse filme), mas mesmo assim… é tudo muito ruim demais.

Nota – 0/4

A Profecia (The Omen, 2006)

Dir.: John Moore

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Remake meio inútil, que foi feito só pra aproveitar a data 06/06/2006. Feito por John Moore, um “pedreiro” da Fox (que viria depois dirigir o pior Duro de Matar de todos, “Um Bom Dia pra Morrer”), que não consegue extrair nada extra das cenas chumpinhadas do original, e não consegue acrescentar nada relevante na história (na verdade, nem tenta acrescentar algo, o objetivo dele era só chumpinhar mesmo). Única coisa inspirada que fizeram bem foi colocar a atriz Mia Farrow como babá (lembrando que ela já teve problema com bebê demoníaco em “O Bebê de Rosemary”). Seria melhor a Fox ter feito um “A Profecia 5” com o filho do Damien ou algo do tipo, pra comemorar a data, e não esse festival de spoilers do filme original…

Nota – 1/4

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[Artigo] Há 10, 20 e 30 Anos atrás

O tempo passa e já estamos em 2016. Pensar que considerei, por muito tempo, futuro o ano de 2015 por causa da viagem no tempo do filme “De Volta Para o Futuro Parte 2”. Então, em 2016 estaríamos “além do futuro”, como isso vou voltar um pouco no passado para dar uma olhada nos anos de 2006, 1996 e 1986.

Há 10 Anos, em 2006:

Nos cinemas: 007 Cassino Royale

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Pois é, já fazem 10 anos que a série 007 ganhou um reboot, estrelando Daniel Graig como James Bond. Mesmo vindo de uma época com filmes que renderam bem nas bilheterias com os 4 filmes estrelado por Pierce Brosnan, a série se desgastou e assim os produtores resolveram reiniciar a franquia com um novo ator. O resultado não poderia ser melhor, num filme que herdava o estilo Jason Bourne, mas ao mesmo tempo não deixava ser ser um filme de James Bond. Com certeza um dos melhores da série.

Nos Games: Playstation 3 e Nintendo Wii
ps3wii

Em 2005, a 7ª geração de videogames nasceu com o lançamento do XBox 360 da Microsoft. No ano seguinte, há 10 anos atrás, foram a vez da Sony e Nintendo substituir seu maquinário. Sony prometeu o céu, com uma máquina potente onde você “teria que ter 2 empregos pra comprar”, já Nintendo veio com um videogame que tecnicamente era uma versão aprimorada dos consoles da 6ª geração, mas trazia um novo estilo de controle, os motion controls. Enquanto, o vg da Nintendo virou uma febre, a Sony sofreu no início da gen, pelo PS3 ser caro e os jogos multi não terem bom desempenho comparado com o rival 360. Mas no decorrer da geração a Sony virou a mesa, se recuperando muito bem, já que investiu pesado no campo em que seu vg era deficiente; já a Nintendo, mesmo vendendo muito entre um público casual, acabou por perder a reputação dentre um público mais hardcore, que não curtiu esses jogos simples e gráficos coloridos. Até hoje paga um preço caro por isso.

Há 20 Anos, em 1996:

Nos cinemas: Pânico

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Aqui era a última década do século 20. Na década anterior, os anos 1980 foram ricos no gênero terror, mas quando entrou os anos 90, esse gênero deu uma freada brusca. Provavelmente, pela saturação. Só em 1996, com Pânico é que o gênero ressurgiu das cinzas. Um filme que ao mesmo tempo homenageava e parodia os slashers-movies famosos da década de 80 (suas bases eram Halloween, Sexta-feira 13 e A Hora do Pesadelo), acabou por ser um dos maiores acertos na carreira do diretor Wes Craven, rendendo 3 continuações e uma série de TV.

Nos games: Nintendo 64 e Resident Evil

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Nintendo 64 foi um videogame polêmico já que mesmo com um mercado investindo em games em CD, a Nintendo insistiu nos cartuchos. Acabou sofrendo na geração por softhouses de nome como Capcom, Konami e Square terem investido pouco, nada ou quase nada no console, mas conseguiu se sobressair um pouco com a Nintendo junto da Rare terem abastecido o N64 com título obrigatórios. Falando em games obrigatórios, em 1996 foi quando a Capcom lançou o que seria o seu título mais famoso até hoje, Resident Evil. Game que inventou (ou reinventou, se preferir) o gênero dos survival horror, com policiais enfrentando uma horda de zumbis numa mansão abandonada. O game foi um dos títulos que garantiram o sucesso do primeiro Playstation na 5ª geração.

Há 30 Anos, em 1986:

Nos cinemas: Curtindo a Vida Adoidado

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Sim, fazem 30 anos que Ferris Buller resolveu “curtir a vida adoidado”. Filme que marcou uma geração de jovens, que viram e reviram o filme nas “Sessão da Tarde” da vida. Se bobear, ainda nos dias de hoje, você consegue dar de cara com mais uma reprise desse clássico oitentista.

Nos games: The Legend of Zelda e Master System

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Fazem 30 anos de Zelda, com o lançamento do primeiro jogo da série no Nintendo 8 bits da Nintendo. Com certeza, um marco no rol de personagens/séries famosas da Nintendo. O game inicial apesar de bem rústica já trazia os elementos que a marcaria, e estariam presentes em vários jogos da série (e de outras jogos/séries do gênero). Já o Master System foi o videogame que a Sega lançou para competir com o sucesso do Nintendo 8 bits. Apesar de no mercado americano ele não ter tido muita receptividade, em outros mercados como o europeu e o brasileiro (principalmente), o videogame teve grande apelo e acabou conquistando uma legião de fãs.

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