[Anúncio] The Avengers Game Project

Teaser Trailer:

Marvel parece que acordou pro mercado de games. Depois de anos sofrendo com adaptações mornas de seus filmes, agora ela vem montando boas parcerias. Primeiro veio o anúncio de um game do Spiderman (Homem-Aranha), exclusivo pro PS4 feito pela Insomniac (da trilogia Resistance e a série Ratchet & Clank), depois veio o anúncio de Marvel vs Capcom Infinite, quarto game da série, trazendo de volta a boa parceria que as empresas tiveram no passado.

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Agora temos essa parceria da Marvel com a SquareEnix/Crystal Dynamics/Eidos Montreal, que é uma senhora parceria. As empresas são responsáveis por jogos com a franquia Final Fantasy, Tomb Raider e Deus EX. Todos jogos bem conceituados no mercado, então dá pra esperar coisa boa vindo aí.

No site oficial da Marvel conta com esses dizeres:

Marvel Entertainment and Square Enix announced today a multi-year, multi-game partnership, leading with the reveal of The Avengers project. This newly established partnership pairs the creative minds at Marvel and Square Enix for one of the most powerful alliances in interactive entertainment

“Multi-year” e “multi-games” já deixa claro que vai durar anos essa parceria e vai ter vários games, e talvez não só dos Vingadores, pode vir games solo de cada herói. Quem sabe? É o que torço. Cada herói tendo seu jogo e cada um seguindo um estilo diferente.

Mais informações virão só em 2018. Já estou no aguardo.

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[Especial] Filmes Vistos em 2016

Janeiro/2016

01) De Volta Para o Futuro (Robert Zemeckis, 1985) 5/4 Revisto
02) De Volta Para o Futuro Parte 2 (Robert Zemeckis, 1989) 5/4 Revisto
03) De Volta Para o Futuro Parte 3 (Robert Zemeckis, 1990) 4/4 Revisto
04) O Vingador do Futuro (Len Wiseman, 2012) 2/5 Revisto
05) Os Caçadores da Arca Perdida (Steven Spielberg, 1981) 5/4 Revisto
06) Indiana Jones e o Templo da Perdição (Steven Spielberg, 1984) 5/4 Revisto
07) Indiana Jones e a Última Cruzada (Steven Spielberg, 1989) 4/4 Revisto
08) Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Steven Spielberg, 2008) 3/4 Revisto
09) Os 8 Odiados (Quentin Tarantino, 2016) 4/4
10) A Morte Pede Carona (Robert Harmon, 1986) 4/4 Revisto
11) O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel Versão Estendida (Peter Jackson, 2001) 5/4
12) A Recompensa (Richard Shepard, 2013) 2/4
13) O Senhor dos Anéis – As Duas Torres Versão Estendida (Peter Jackson, 2002) 4/4
14) Guerra Mundial Z (Marc Foster, 2013) 2/4
15) O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei Versão Estendida (Peter Jackson, 2003) 5/4

Fevereiro/2016

16) Martin (George A Romero, 1976) 4/4
17) Pelo amor e Pela Morte (Michele Soavi, 1993) 3/4
18) Passageiros (Rodrigo Garcia, 2008) 2/4
19) O Feitiço do Tempo (Harold Ramis, 1993) 3/4 Revisto
20) Mad Max – Estrada da Fúria (George Miller, 2015) 5/4 Revisto
21) DeadPool (Tim Miller, 2015) 3/4
22) Os Meninos (Narciso Ibañez Serrador, 1976) 4/4
23) Loosies (Michael Corrente, 2012) 1/4
24) Carnaval das Almas (Herk Hervey, 1962) 3/4

Março/2016

25) Magia Negra (Richard Attenborough, 1978) 3/4
26) Kinsey – Vamos Falar de Sexo (Bill Condon, 2004) 2/4 Revisto
27) Banho de Sangue (Mario Bava, 1971) 5/4 Revisto
28) Quero Matar Meu Chefe (Seth Gordon, 2011) 2/4
29) Ted 2 (Seth MacFarlane, 2015) 1/4
30) Ted (Seth MacFarlane, 2012) 3/4 Revisto
31) Férias Frustradas (Jonathan Goldstein e John Francis Daley, 2015) 3/4 Revisto
32) Batman vs Superman – A Origem da Justiça (Zack Snyder, 2016) 2/4
33) Batman vs Superman – A Origem da Justiça (Zack Snyder, 2016) 2/4 Revisto
34) O Despertar (Nick Murphy, 2011) 2/4

Abril/2016

35) Farsa Trágica (Jacques Tourneur, 1963) 2/4
36) Rua Cloverfield 10 (Dan Trachtenberg2016) 3/4
37) Hulk (Ang Lee, 2003) 2/4 Revisto
38) Hush – A Morte Ouve (Mike Flanagan, 2016) 3/4
39) Te Amarei pra Sempre (Robert Schwentke, 2009) 1/4
40) Circle (Aaron Hann e Mario Miscione, 2015) 3/4
41) Capitão América – O Primeiro Vingador (Joe Johnston, 2011) 4/4 Revisto
42) Capitão América 2 – O Soldado Invernal (Anthony e Joe Russo, 2014) 5/4 Revisto
43) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4
44) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
45) Aniversário Sangrento (Edward Hunt, 1981) 1/4

Maio/2016

46) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
47) Qual é o seu Número? (Mark Mylod, 2011) 2/5
48) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
49) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto
50) X-Men – O Filme (Brian Singer, 2000) 3/4 Revisto
51) X-Men 2 (Brian Singer, 2003) 5/4 Revisto
52) X-Men – O Conflito Final (Brett Ratner, 2006) 2/4 Revisto
53) X-Men – Primeiro Classe (Matthew Vaughn, 2011) 2/4 Revisto
54) X-Men – Dias de um Futuro Esquecido (Brian Singer, 2014) 3/4 Revisto
55) X-Men Apocalipse (Brian Singer, 2016) 2/4
56) Sexta-Feira 13 (Sean S Cunnigham, 1980) 5/4 Revisto
57) Imagens do Além (Masayuki Ochiai, 2008) 1/4

Junho/2016

58) Mulheres – O Sexo Forte (Diane English, 2008) 1/4
59) Capitão América (Vários Diretores – 15 episódios, 1944) 1/4
60) Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros (Colin Trevorrow, 2015) 3/4 Revisto
61) Depois de Horas (Martin Scorsese, 1985) 5/4 Revisto
62) Antes só do que mal Acompanhado (John Hughes, 1987) 5/4 Revisto
63) Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (Steven Spielberg, 1993) 5/4 Revisto

Julho/2016

64) Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros (Colin Trevorrow, 2015) 3/4 Revisto
65) Os Garotos Perdidos (Joel Schumacher, 1987) 2/4 Revisto
66) O Boneco do Mal (William Brent Bell, 2016) 2/4
67) Vamos Nessa (Doug Liman, 1999) 4/4 Revisto
68) Millenium – Os Homens que não Amavam as Mulheres (David Fincher, 2011) 2/4
69) Depois da Terra (M. Night Shyamalan, 2013) 1/4
70) Apocalipse Now (Francis Ford Coppolla, 1979) 5/4 Revisto
71) Wall Street – Poder e Cobiça (Oliver Stone, 1987) 3/4
72) Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme (Oliver Stone, 2010) 2/4
73) O Hobbit – A Desolação de Smaug (Peter Jackson, 2013) 2/4 Revisto
74) O Hobbit – A Batalha dos 5 Exercitos (Peter Jackson, 2014) 2/4 Revisto
75) Jason X (Jim Isaac, 2002) 2/4 Revisto
76) Batman Eternamente (Joel Schumacher, 1995) 2/4 Revisto
77) Caçafantasmas (Paul Feig, 2016) 2/4
78) Torso (Sergio Martino, 1973) 4/4
79) A Breve Noite das Bonecas de Vidro (Aldo Lado, 1971) 4/4
80) O que Fizeram com Solange? (Massimo Dallamo, 1972) 2/4
81) Uma Lagartixa em Corpo de Mulher (Lucio Fucci, 1971) 3/4
82) Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (Lorene Scafaria, 2012) 1/4
83) Star Trek (J.J. Abrams, 2009) 3/4
84) Além da Escuridão – Star Trek (J.J. Abrams, 2013) 3/4
85) Batman (Tim Burton, 1989) 2/4 Revisto
86) O Pássaro das Plumas de Cristal (Dario Argento, 1970) 4/4
87) O Gato de Nove Caudas (Dario Argento, 1971) 2/4
88) Quatro Moscas em Veludo Cinza (Dario Argento, 1971) 3/4
89) Terror na Ópera (Dario Argento, 1987) 4/4
90) O Melhor Amigo da Noiva (Paull Welland, 2008) 2/4
91) Schock (Mario Bava, 1977) 2/4
92) Academia de Combate (Neal Israel, 1986) 1/4 Revisto

Agosto/2016

93) Esquadrão Suicida (David Ayer, 2016) 2/4
94) Superman II – A Aventura Continua – Versão do Diretor (Richard Donner, 1980/2006) 1/4
95) Paradox (Michael Hurst, 2016) 1/4
96) Superman II – A Aventura Continua (Richard Leste/Richard Donner, 1980) 4/4 Revisto
97) Superman III (Richard Lester, 1983) 3/4 Revisto
98) Superman IV – Em Busca da Paz (Sidney J. Furie, 1987) 0/4 Revisto

Setembro/2016

99) A Travessia (Robert Zemeckis, 2015) 4/4 Revisto
100) Avatar (James Cameron, 2009) 2/4 Revisto
101) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo, 2016) 5/4 Revisto

Outubro/2016

102) Jogos Vorazes – A Esperança – O Final (Francis Lawrence, 2015) 2/4
103) Freddy vs Jason (Ronny Yu, 2003) 3/4 Revisto
104) Sete Homens e um Destino (Antoine Fuqua, 2016) 2/4
105) Batman vs Superman – A Origem da Justiça Ultimate Edition (Zack Snider, 2016) 2/4
106) Sexta-feira 13 Parte III (Steve Miner, 1982) 2/4 Revisto
107) Deu a Louca no Mundo (Stanley Kramer, 1963) 3/4 Revisto
108) A Pequena Loja de Horrores (Roger Corman, 1960) 2/4
109) O Último Capítulo (Oz Perkins, 2016) 0/4
110) Assassino a Preço Fixo (Michael Winner, 1972) 2/4
111) Invasão USA (Joseph Zito, 1985) 2/4
112) Veia de Campeão (Peter Markle, 1986) 2/4
113) Inferno Vermelho (Walter Hill, 1988) 2/4
114) Risco Total (Renny Harlin, 1993) 3/4

Novembro/2016

115) A Espinha do Diabo (Guilhermo Del Toro, 2001) 3/4
116) Sob o Poder da Maldade (Michael Reeves, 1967) 3/4
117) O Doador de Memórias (Philip Noyce, 2014) 2/4
118) A Casa do Cemitério (Lucio Fulci, 1981) 2/4
119) A Filha de Satã (Sidney Hayers,1962) 2/4
120) Nasce um Monstro (Larry Cohen, 1974) 3/4
121) Jogo Bruto (John Irvin, 1986) 2/4
122) Braddock 2 – O Início da Missão (Lance Hool, 1985) 1/4
123) Falcão – O Campeão dos Campeões (Menahem Golan, 1987) 2/4 Revisto
124) Na Solidão da Noite (Alberto Cavalcanti, Charles Crichton, Basil Dearden e Robert Hamer, 1945) 2/4
125) O Tumulo Vazio (Robert Wise, 1945) 2/4
126) Instinto Secreto (Bruce A Evans, 2007) 2/4
127) Doutor Estranho (Scott Derrickson, 2016) 2/4
128) Caos (Tony Giglio, 2005) 1/4
129) 16 Quadras (Richard Donner, 2005) 2/4
130) Filthy (Jon S. Baird, 2013) 2/4
131) Tempos de Violência (David Ayer, 2006) 2/4
132) A Casa dos Maus Espíritos (William Castle, 1959) 3/4
133) Máquina Mortífera (Richard Donner, 1987) 5/4 Revisto
134) Máquina Mortífera 2 (Richard Donner, 1989) 5/4 Revisto
135) Máquina Mortífera 3 (Richard Donner, 1992) 2/4 Revisto
136) Máquina Mortífera 4 (Richard Donner, 1998) 3/4 Revisto
137) O Chicote e o Corpo (Mario Bava, 1963) 2/4
138) A Orgia da Morte (Roger Corman, 1964) 3/4
139) A Noite do Demônio (Jacques Tourneur, 1957) 1/4

Dezembro/2016

140) A Aldeia dos Amaldiçoados (Wolf Rilla, 1960) 2/4
141) Cenas de um Crime (Dominique Forma, 2001) 1/4
142) Butch Cassidy (George Roy Hill, 1969) 2/4
143) Susie e os Baker Boys (Steve Klover, 1989) 3/4
144) Maze Runner – Correr ou Morrer (Wes Ball, 2014) 1/4
145) Atração Mortal (Michael Lehmann, 1988) 2/4
146) Cinco Bonecas para a Lua de Agosto (Mario Bava, 1970) 2/4
147) Premonição (Lucio Fulci, 1977) 4/4
148) No Quarto Escuro de Satã (Sergio Martino, 1972) 2/4
149) Os Passos (Luigi Bazzoni, 1975) 1/4
150) Um Espião e Meio (Rawson Marshall Thurber, 2016) 2/4
151) A Lenda de Tarzan (David Yates, 2016) 1/4
152) Armadilha Mortal (Sidney Lumet, 1982) 2/4
153) A Garota de Rosa-Shocking (Howard Deutch, 1986) 2/4 Revisto
154) Rogue One – Uma História Star Wars (Gareth Edwards, 2016) 3/4
155) Assassino a Preço Fixo (Simon West, 2011) 1/4
156) Contra o Tempo (Duncan Jones, 2011) 3/4
157) Imortais (Tarsem Singh, 2011) 1/4
158) A Chegada (Denis Villeneuve, 2016) 3/4
159) O Agente da U.N.C.L.E. (Guy Ritchie, 2015) 2/4
160) O Fim da Escuridão (Martin Campbell, 2010) 1/4
161) Desafio à Corrupção (Robert Rossen, 1961) 3/4

Cotações:

0/4 – Bomba
1/4 – Fraco
2/4 – Bom
3/4 – Muito Bom
4/4 – Ótimo/Excelente
5/4 – OP

Filmes não lançados em 2016, mas vistos pela primeira vez nesse ano

OS 5 PIORES:
Loosies (Michael Corrente, 2012)
Ted 2 (Seth MacFarlane, 2015)
Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo (Lorene Scafaria, 2012)
Os Passos (Luigi Bazzoni, 1975)
Imortais (Tarsem Singh, 2011)

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Lossies é um filme que tenta ser espertão, mas é feito pra mesma plateia de Crepúsculo, que gosta de coisas água com açúcar, aí não tinha como funcionar. Ted 2 foi uma decepção, depois do filme original ser uma ótima e ágil comédia, aqui entregaram essa sequel fraca e murcha. Procura-se um amigo desperdiça uma boa premissa em cima de um romance mela cueca. Os Passos é o pior giallo que vi, uma perda de tempo. E Imortais é um filme estilo 300, mas bem pior. Mal produzido, mal interpretado, e com efeitos especiais pobres  (e olha que já não curto 300, então ver uma versão inferior dele, dói).

OS 5 MELHORES:
Premonição (Lucio Fulci, 1977)
O Pássaro das Plumas de Cristal (Dario Argento, 1970)
A Breve Noite das Bonecas de Vidro (Aldo Lado, 1971)
Terror na Ópera (Dario Argento, 1987)
Os Meninos (Narciso Ibañez Serrador, 1976)

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O top five acabou caindo só filmes de suspense de diretores italianos. Vi muita coisa esse ano que passou e, no fim, o que mais me marcaram foram esses. Todos esses são altamente recomendáveis.

ANOS 80 DESTAQUES:
Susie e os Baker Boys (Steve Klover, 1989)
Wall Street – Poder e Cobiça (Oliver Stone, 1987)
Atração Mortal (Michael Lehmann, 1988)

80

Anos 80 é “minha” década, então, estou sempre tentando ver filmes que na época deixei passar batido. Nesse ano vi pela primeira vez esses 3 filmes, que deixo o destaque positivo aqui. Susie e os Baker Boys tem o charme do trio principal (Michelle Pfeifer e os irmãos Bridges, Beau e Jeff), Wall Street, tem uma ótima performance do Michael Douglas num personagem forte, e Atração Mortal, traz Winona Ryder Christian Slater num filme de suspense adolescente eficiente.

Filmes Lançados em 2016 (Cinema/Netflix)

PIORES:
A Lenda de Tarzan (David Yates)
O Último Capítulo (Oz Perkins)

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Não sou tão ligado em Tarzan, e esse filme aqui particularmente, não foi bem inspirado. A história é bem episódica que não acrescenta nada, já que seria uma pseudo continuação, com o Tarzan já na civilização, mas tendo que voltar a floresta pra resolver problemas. Com efeitos especiais ruins, adotando muito Chroma Key de floresta fake demais. Enfim, um filme brocha, mas bem melhor que esse O Último Capítulo. Uma aberração de filme de terror (fantasma/casa mal assombrada) bancada pelo NetFlix. Nada acontece no filme. Absolutamente nada. É uma hora e meia olhando o vazio. Não só desse ano, mas com certeza, um dos piores filmes que vi na vida.

FRUSTRANTE:
Caçafantasmas (Paul Feig)

fru-2016

Não, não estou aqui pra reclamar do elenco feminino, até que porque acho que as meninas mandaram muito bem, mas, infelizmente, ficou nisso. Um bom quarteto desperdiçado num filme que não consegue se desgrudar do filme original, mas quando o faz, é só pra colocar coisas sem graças ou chatas demais. O personagem do Chris “Thor” Hemsworth é um dos mais insuportáveis da história do cinema. Enfim, não sei se esperava algo do filme, a ponto de colocar como frustração, mas como seria um ressurgimento de uma série querida, queria que tivesse rendido algo decente, mas no caso, não foi dessa vez…

MELHOR:
Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo)

me-2016

Com certeza, a série de filmes do Capitão América se firma como sendo uma das melhores dentro do universo Marvel. O primeiro foi uma grata surpresa lançado em 2011 (mais que Home de Ferro, esse tenha sido o filme que me fez gostar do universo Marvel), um filme de super-heróis passado nos anos 40, com o charme da direção do Joe Jonhston. O segundo de 2014, já entrou na área os irmãos Russo, colocando tudo numa clima de filme de suspense/político dos anos 70. E esse terceiro filme, eles continuam na direção, mantendo o clima do segundo filme, mas colocando alguns lances dos filmes dos Vingadores. Uma combinação que poderia não dar certa, mas incrivelmente, fluiu tudo muito bem. Com certeza, é um dos melhores da Marvel até o momento (pra mim, já é top 1)

Ranking 2016:

01) Capitão América – Guerra Civil (Anthony e Joe Russo)
02) Os 8 Odiados (Quentin Tarantino)
03) DeadPool (Tim Miller)
04) Rogue One – Uma História Star Wars (Gareth Edwards)
05) A Chegada (Denis Villeneuve)
06) Rua Cloverfield 10 (Dan Trachtenberg)
07) Doutor Estranho (Scott Derrickson)
08) Sete Homens e um Destino (Antoine Fuqua)
09) Batman vs Superman – A Origem da Justiça (Zack Snyder)
10) X-Men Apocalipse (Brian Singer)
11) Um Espião e Meio (Rawson Marshall Thurber)
12) Caçafantasmas (Paul Feig)
13) Esquadrão Suicida (David Ayer)
14) O Boneco do Mal (William Brent Bell)
15) A Lenda de Tarzan (David Yates)
16) O Último Capítulo (Oz Perkins)

Listas de outros anos:

2015

2014

[Anúncio] Nintendo Switch

Evento realizado em 13/01/2017 às 2h da madrugada (hora e data de Brasília).

Comentário: Mais um console da Nintendo para ser lançado. Será em 03/03/2017 pelo preço de 300 doláres. A apresentação em si foi ruim, porque insistem em colocar executivos da empresa, que pouco tem o feeling de uma apresentação dessa. Como era um evento para o mundo todo e não só investidores, poderia ter melhorado essa parte. Ficou tudo meio monótomo.

Mas não só na apresentação em si é que foi ruim nessa conferência. De novo vemos a Nintendo cometendo os mesmos erros. Vemos mais uma vez um videogame que insiste nos gadgets e não nos jogos. Dessa vez, nem era um gadget novo ou “revolucionário” pra justificar. Tudo era a combinação de um Wii (sensor de movimentos) com um videogame portátil. Se antes, achei que a Nintendo estava querendo unificar suas plataformas somando um console de mesa com um portátil, agora fiquei com a impressão que ela estava atrás de reinventar o Wii (seu console de mesa lançado em 2006) de alguma forma. Veja os trailers dos 2 primeiro jogos anunciado pro Switch:

1, 2, Switch

Arms

 

Típico jogo casual que o Wii ganhou ao montes. Não tem problemas o videogame ter isso, mas será que ele vai ter só isso? Espero que não. Claro, que vamos ter games mais que aguardados da empresa como o novo The Legend of Zelda e Super Mario, mas uma grande ausência foi, mais uma vez, as empresas thirdies parties. Nessa apresentação pouca coisa foi prometida. EA está fazendo um novo Fifa, que pretende utilizar as funções do consoles (seja lá o que isso signifique) e a Bethesda anunciou  uma versão do Skyrim pro console. Mesmo que a presença da Bethesda seja importante, mas Skyrim já é um jogo velho que já tem versões pra todos consoles, não sei o que essa do Switch pode acrescentar algo, provavelmente vão incluir os sensores de movimento no game e só. Mas no geral, ficou claro que vai demorar para elas darem um apoio maior ao console, isso se derem, relembrando a situação do WiiU que teve apoio nulo das thirdies. Mas espero que isso não se repita e a Nintendo consiga fazer um trabalho para que as thirdies aderem melhor ao seu novo videogame.

Super Mario Odissey

The Legend of Zelda – Breath of the Wild

 

No geral, a situação do Switch não é muito distinta da do WiiU, já que ele foi lançado pra atender uma falha do videogame anterior. Analisando: O grande problema do Wii era a pouca potência gráfica perante seus concorrentes PS3 e Xbox 360. Nitidamente, depois que passou uma onda inicial que fez o Wii vender muito, era hora de lançar um “Wii HD”. Mas a Nintendo, não fez isso, e deixou o tempo passar (o que fez o público do console debandar pra outros lugares). O WiiU do jeito que ele saiu, era pra ter saído uns 2 anos antes, no mínimo, mas foi lançado tardiamente quando Sony e MS já estavam pra lançar seus videogames nova gen (PS4 e Xbox One). O console da Nintendo sumiu ali no meio, já que o gadget (tela dupla) e sua potência gráfica não seduziram ninguém. Agora o Switch parece uma ideia que a Nintendo não conseguiu implementar no WiiU que era ter um controle que poderia se tornar portátil. O console com o controle atrelado no videogame não era possível agradar quem curte portátil. Mas com o Switch, o controle pode ter vida própria, além de atrelar as funções do Wii. Fico me perguntando, senão seria o caso de que poderia se aproveitar o console lançado em 2012, somente substituindo seu controle pelo novo. Precisaria jogar o WiiU no lixo só pra substituir o controle? Até graficamente não vi nada num jogo de Switch que o WiiU não faria. Então, fica a dúvida…

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A situação do novo console é de dúvida. Tem que ver se ele vai chamar a atenção do público inicial que pretende atender (casuais e os viúvos do Wii). Preço de 300 doláres pode espantar esse público que não gosta de gastar muito. Não me preocupo com as vendas do console em si, porque creio que isso é decorrência de boa biblioteca de jogos, e de início o videogame não tem. Tirando Zelda, os demais game de lançamento do console (em 03/03/2016) são ridículos, resta esperar o resto ano, onde ele promete ganhar coisas mais relevantes (Super Mario, Mario Kart, Splatoon, e etc). Não vou taxar que o console vai ou não fazer sucesso. Não sou vidente, mas a situação dele soa igual a do WiiU, e isso é bem ruim.

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[Box de DVD] Giallo Vol. 3

Distribuidora: Versátil

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Mais um volume da coletânea Giallo da Versátil, com filmes de suspense italianos das décadas de 70. Por curiosidade, aqui tem o melhor filme que vi nessas coleções e o pior também… O box mantém a qualidades dos demais.

Cinco Bonecas para a Lua de Agosto (5 bambole per la luna d’agosto, Dir.: Mario Bava, 1970)

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Olha, é o pior filme do Bava, hein? E o mesmo dizia isso, então quem sou eu pra discordar… Tem todo aquele apuro visual e técnico que é típico dele, e isso que salva o filme, mas isso fica a função de nada já que a trama é bem xoxa e os personagens idem. Pelo que vi no extra do DVD, Bava fez porque tava sem grana, e teve só 2 dias pra se preparar pro filme, isso explica muita coisa.

Nota – 2/4

Premonição (Sete Note in Nero/The Psychic, Dir.: Lucio Fulci, 1977)

g3-2

Olha, é o melhor do Fulci, hein? Ok, que as marcas principais dele não estão aqui (o gore extremo e trama abstrata), mas não ligo. A trama é desenvolvida de uma forma tão envolvente, e o filme tem um twist no meio que sim me pegou de jeito, ainda mais porque tem a ver com noções de tempo, presente, passado, futuro. Enfim, recomendo e coloco ele como o melhor filme que vi nesses boxes de filmes italianos.

(Spoiler) Achei genialíssima essa mudança no meio do filme: a personagem (e o público) se sentia “segura” porque se achava aquilo ali era uma visão do passado, de um assassinato que já havia ocorrido, mas no final quando se descobre que era na verdade uma premonição e aquilo tudo engole a personagem principal de um jeito tão devastador, que não tem como ficar tenso com aquilo. Eu fiquei. E sim, o título nacional é muito ruim e entrega um spoiler. Felizmente, não liguei pro título genérico nacional quando fui ver o filme, e acabei caindo na armadilha do Fulci assim mesmo.

Nota – 4/4

No Quarto Escuro de Satã (Il tuo vizio è una stanza chiusa e solo io no ho la chiave, Dir.: Sergio Martino, 1972)

g3-3

O melhor do filme é o título original: “Seu vício é um quarto vazio e eu tenho a chave”. Infelizmente, sumiram com isso na tradução pro português. Do Sergio Martino ainda não vi um filme que tenha me deixado estremecido (sei que o Quentin Tarantino e o Eli Roth são bem fãs dele), mas são muito bem realizados e, no geral, eu gosto. Esse vai nessa linha.

Nota – 2/4

Os Passos (Le Orme, Dir.: Luigi Bazzoni, 1975)

g3-4

Esse é, com certeza absoluta, o pior giallo que vi nesse boxes de DVDs que tenho comprado. Só dei nota 1 porque tem uns visuais meio sci-fi que dentro de um giallo, não deixa de ser interessante (o quarto da personagem, um salão de beleza e outros cenários lembram 2001, ou outros sci-fi da época). Mas de resto, uma trama arrastada que não chega a lugar nenhum. Na verdade chega, porque deixaram uma explicação no final, talvez seria melhor não terem dado essa explicação, e deixado aberto o final. O filme não melhoraria, mas seria bom pro pessoal hoje em dia ficar masturbando mentalmente sobre a trama (com essa explicação no final, nem isso dá pra fazer).

Nota – 1/4

Melhor filme do Box: Premonição

Pior Filme do Box: Os Passos

g3-6

[Box de DVD] Giallo Vol. 2

Distribuidora: Versátil

g2-3

Volume 2 da coleção de Giallo italianos da década de 70. Ainda me considero longe de me tornar um especialista no ramo, mesmo tendo visto muitos filmes. Aprovei no geral vários desses filmes, óbvio que tem muita qualidades, e até porque muita coisa que eu gosto em filme de terror (slashers movies) vem herdado/chupado/copiado/homenageado desses filmes, mas sempre me coloco como um observador curioso desses filmes.

Sobre a qualidade desse box, a parte que pega é a dublagem. Quero o som o original, mas pelo que vi nessa época esses filmes italianos já eram vendidos internacionalmente, então eram gravados no inglês, mas pouco filmes traz o áudio original em inglês. Nesse pack, 2 filmes tem o som em inglês, mas os outros 2 tem só a dublagem em italiano (e fica meio estranho essa dublagem italiano em cima do inglês). Mas o pack continua válido pra conhecer filmes que dificilmente chega aqui.

Torso (I corpi presentano tracce di violenza carnale, Dir.: Sergio Martino, 1973)

g2

Os italianos já faziam “slashers movie” bem antes dos americanos. Esse aqui, que é bem anterior aos americanos (que fizeram sucesso nos anos 80), já tem todos elementos de um slasher. Assassino mascarado, mortes violentas, final movimentado. Na verdade, o que destaca bem no filme, é o seu final. Diria que os 20/15 min. finais são bem tensos mesmo, o conflito final da mocinha com o assassino onde não se apresenta com correria e gritos, tudo é bem diferente do que se vê habitualmente no gênero, é bem mais interessante mesmo.

(Spoiler) Curiosidade – A mocinha no final pergunta pro assassino porque ele matou determinado personagem, já que não seria uma pessoa que encaixaria no plano do assassino. Mas o detalhe é que a mocinha não tinha como saber que tal pessoa morreu. Ela não viu ele morto, e ela nem sabia que tal pessoa estaria naquele local. Ficou como informação que o diretor quis passar pro público pra tentar amarrar pontas soltas, mas passou de forma meio estranha.

Nota – 4/4

A Breve Noite das Bonecas de Vidro (La Cortta Notte Delle Bambole di Vetro, Dir.: Aldo Lado, 1971)

g2-4

Curti muito esse aqui. Um jornalista é dado como morto, mas ele não está. Ele tem consciência, mas não consegue mover o corpo. Então, passa momentos complicados num necrotério, e aos mesmo tempo, tentando se lembrar de como chegou ali. Tanto as memórias, como os momentos no necrotério são bem tensos.

(Spoiler) Curiosidade – Se os americanos tivessem remakeado esse filme, com certeza absoluta, teriam feito outro final, bem mais ameno e talvez até heróico. Já vi casos onde isso aconteceu, e aqui seria fácil também de rolar isso.

Nota – 4/4

O que vocês fizeram com Solange? (Cosa Avete Fatto a Solange?, Dir.: Massimo Dallamo, 1972)

g2-5

Esse aqui não curti tanto. A resolução no final e o motivo dos assassinatos, talvez até o assassino em si, poderiam ter sido feitos de outra forma, outra maneira. Não sei. O motivo em si dos assassinatos é forte, mas a resolução foi meio fácil e a identidade do assassino meio óbvia. Tem seus momentos, mas não vi um filme tão forte pra estar juntos de outros mais relevantes.

Nota – 2/4

Uma Lagartixa em Corpo de Mulher (Lizard in Woman’s Skin, Dir.: Lucio Fulci, 1971)

g2-2

Mais um do Lucio Fulci, que normalmente curte ser abstrato. E como esse filme tem forte tom onírico, ele usa e abusa do abstratismo. Mas a conclusão do filme é reta, e não deixa muita dúvida do que aconteceu. Como eu não curto 100% de abstratismo, aprovei o que o Fulci fez aqui. De defeito, eu citaria a personagem principal, porque pode se irritar um pouco com ela, já que é daquelas mocinhas que só sabem ficar fazendo cara de desesperada no filme todo, e não se vê ela tentando combater aquilo tudo, só tentando fugir e fugir, mas o final meio que dá uma amarrada nisso também.

Nota – 3/4

Melhor Filme do Box: A Breve Noite das Bonecas de Vidro

Pior Filme do Box: O que vocês fizeram com Solange?

g2-6

[Box DVD] Obras Primas do Terror Vol. 1

Distribuidora: Versátil

opt1

Primeiro box lançado com filmes variados do Terror. Oportunidade única de ver ou rever filmes raros do gênero.

O Chicote e o Corpo (La Frusta e il Corpo, Dir.: Mario Bava, 1963)

Nota – 2/4

opt6

A Orgia da Morte (The Masque of Red Death, Dir.: Roger Corman, 1964)

Nota – 3/4

opt7

Comentando esse 2 filmes juntos do primeiro DVD: Mais que terror, são dois contos “góticos coloridos”. Ambos se assemelham nesse quesito de usar muita cor na fotografia, e cores fortes, mas ao mesmo tempo sem perder o tom sombrio da história. Ambos também tem presença forte nos seus elencos Christopher Lee no O Chicote e o Corpo, e Vincent Price no A Orgia da Morte. Chicote tem como base a opressão a mulher, ao desejo sexual feminino. Orgia é uma alegoria não só sobre fé ou religião, mas sobre como se vive, como cada um escolhe viver. Corman tava bem inspirado aqui nesse.

Na Solidão da Noite (Dead of Night, Dir.: Alberto Cavalcanti, Charles Crichton, Basil Dearden e Robert Hamer, 1945)

opt2

O que prejudica o filme é que ele tem um ritmo meio lento. A cena que o pessoal está ali na sala é meio demorada porque ficam discutindo muito o que está rolando. E como é um filme de histórias separadas, sempre tem aquela que a gente curte e outras que nem tanto (não gosto do da menina na festa e a dos dois parceiros do golf). Mas o final do filme compensa muito: É BEM FODA.

Nota – 2/4

O Túmulo Vazio (The Body Snatcher, Dir.: Robert Wise, 1945)

opt3

O que prejudica é o personagem coadjuvante, o assistente do médico, Donald Fettes. É um alguém bem bocó, que vai aceitando as coisas sem uma ter reação contra. E aí, as coisas vão acontecendo e ele meio que ainda se faz de inocente, o filme o trata assim. Dos outros, se dá pra entender atitudes, mas a desse personagem, não . E o Boris vai fazendo as coisa de forma fácil demais sem aparição da polícia ou alguém que dê alguma dificuldade em ele fazer o que faz (Donald Fettes teria que ser esse personagem antagonista do Boris, mas ele nada faz e prefere ficar fazendo cara de galã). Enfim. Tem essas coisas pontuais que o prejudica, mas o filme é legal, e com momentos notáveis.

Nota – 2/4

A Noite do Demônio (Night of The Demon, Dir.: Jacques Tourneur, 1957)

opt4

Não gostei. Achei meio burocrático, fiz um esforço pra ver até o final. O filme é bem dissecado e desde o começo já se sabe o que rola. Nisso sobrou um monte de discussão sobre a mesma coisa no filme todo (pergunta o tempo todo se acredita ou não se acredita no sobrenatural, num loop eterno). Pra terminar: o personagem principal é chato, cético demais, daí, não consegui torcer por ele, e até quis que o monstro levasse ele junto. Mas esse monstrão, pra época, até quer ficou bem feito, e assustador.

Nota – 1/4

A Aldeia dos Amaldiçoados (Village of the Damned, Dir.: Wolf Rilla, 1960)

opt5

Por ser curto (1h17) até acho que poderia ter se aprofundado um pouco mais se mais longo. Considero os 2 primeiros atos (o desmaio da população e grávidas que surgiram) bem melhores do que a parte final (com a gurizada loira-má).

Nota – 2/4

Melhor filme do Box: A Orgia da Morte

Pior Filme do Box: A Noite do Demônio

opt8

[Box DVD] Obras Primas do Terror Vol. 4

Distribuidora: Versátil

opt4-1

Quarto volume de uma coletânea de filmes de terror da distribuidora Versátil. Aqui não tem filmes italianos falados em inglês, então não tem problemas com filme dublados fora do idioma original. Cada DVD tem 2 filmes, e os extras estão de bom tamanho. Não é uma coletânea definitiva, mas pelo menos dá pra conhecer filmes que ficaram enterrados no passado ou difíceis de encontrar.

A Espinha do Diabo ( El Espinazo Del Diablo, Dir.: Guilhermo Del Toro, 2001)

opt4-2

Com o Del Toro não dá pra se decepcionar. Esse é um filme bem competente dele. Só não acho que seja terror/horror, diria que seria um drama com toques sobrenaturais. O foco é mais na história dos meninos no orfanato do que na do fantasma que habita por lá. Mas enfim, classificações a parte, é altamente recomendado.

Nota – 3/4

Sob o Poder da Maldade (The Sorcerers, Dir.: Michael Reeves, 1967)

opt4-3

Gostei muito da estética dos anos 60 com os nights clubs juvenis da época. A trama se torna atual já traz algo como o controle de mente (que foi usado recentemente na série Jessica Jones da NetFlix) com uma boa história desenvolvida em cima disso. Ótima atuação de Bóris Karloff.

Nota – 3/4

A Casa do Cemitério (Quella Villa Accanto al Cimitero, Dir.: Lucio Fulci, 1981)

opt4-4

O diretor Lucio Fulci gosta muito de ser abstrato. Não tenho problemas com isso, até certo ponto. Quando se é muito abstrato, acabo me afastando do filme. No seu filme anterior,  Terror nas Trevas (Beyond, 1981), que também faz parte da Trilogia dos Zumbis (juntos com Pavor na Cidade dos Zumbis de 1980),  me deixou meio voando em muita coisa, sem saber o que aconteceu ali. Acabei não curtindo o filme. Já nesse aqui, ele já foi mais direto, e deixou a história mais fechada, sem voar muito, assim me agradando muito mais.

Nota – 2/4

A Filha de Satã (Burn Witch, Burn, Dir.: Sidney Hayers, Dir.: 1962)

opt4-5

O título em português é bem sensacionalista, já que nada se fala em Satã no filme. São só bruxas e suas bruxarias que não tem conexão direta com o Satanismo, achei até soft o que é mostrado aqui sobre isso. É engraçado ouvir um narrador no começo fazendo uma magia para quem assistir não sofrer nenhuma maldição. O filme em geral, é bom. Preto e branco ainda, e o filme consegue se conduzir bem, com um bom twist no final.

Nota – 2/4

Schock (Schock/Beyond the Door II, Dir.: Mario Bava, 1977)

opt4-7

Último filme do Mario Bava, roteirizado por seu filho, Lamberto Bava (que viria criar fama nos anos 80 com Demons), e podemos dizer que ele acabou bem. Reza a lenda que grandes diretores acabam com filmes ruins em suas carreiras, mas não foi o caso aqui. O problema é que o filme tem trama bem previsível. Já dá pra saber o que está rolando, mas o filme faz aquele mistério todo (e fazer mistério em cima de algo que o público já deduz é complicado), mas o final do filme compensa, porque é bom e movimentado.

Nota – 2/4

Nasce um Monstro (It’s Alive!, Dir.: Larry Cohen, 1974)

opt4-6

Sempre achei esse seria um trashão daqueles brabos, mas me enganei. O filme não foca muito no bebê-monstro e sua matança, porque o pouco que mostra disso, dá uma cambaleada braba, pelos efeitos bem precários. O foco é a situação do pai e da mãe (mais do pai) com a situação de terem gerado uma abominação que sai matando todo mundo. E isso foi, felizmente, muito bem explorado.

Nota – 3/4

Melhor Filme do Box: Sob o Poder da Maldade

Pior Filme do Box: Schock

opt4-8

(Box DVD) A Arte de Dario Argento

Distribuidora: Versátil

da1

Problema maior do box é não outras opções de aúdio. Só tem a dublagem em italiano e não o som original em inglês (e se nota que os atores estavam falando em inglês) e de extras só o Pássaro e Gato é que tem um vídeo sobre bastidores, os outros não tem nada. Mas tem um vídeo com depoimento especial do Enio Morricone (ele fez a trilha de 3 filmes da coleção).

O Pássaro das Plumas de Cristal (L’uccello dalle piume di cristallo, 1970)

Nota – 4/4

da2

O Gato de Nove Caudas (Il gatto a nove code, 1971)

Nota – 2/4

da3

Quatro moscas sobre Veludo Cinza (4 mosche di velluto grigio, 1971)

Nota – 3/4

da4

Comentando esses 3 filmes juntos porque essa é a “trilogia dos bichos” do Dario – Giallos (suspenses italianos) com nome de bichos no título (Argento diz num vídeo extra que tem no DVD que começaram a copiar o lance de colocar nome de bichos no título de outros giallos, daí ele parou de fazer isso, depois do Quatro Moscas).

Gostei bem mais do primeiro – Pássaro de Plumas de Cristal (que por sinal é o primeiro filme dele), achei bem redondo tudo. Mistério, desenvolvimento da investigação, e resolução de tudo. É redondo. O segundo – Gato de Nove Caudas – é o mais fraco. Dario colocou 2 protagonistas, um deles é cego, e nitidamente ele não sabe o que fazer com esse personagem, já que em grande parte do filme ele simplesmente some, e só reaparece no final. E até acho que até a presença dele estragou o final, já que focaram num sequestro lá a resolução do mistério, que pouco ou nada tinha a ver com o mistério em si. Próprio Dario diz que esse é o filme dele que ele menos gosta, não posso deixar de concordar. O terceiro – Quatro moscas sobre Veludo Cinza – fica no meio termo entre eles, mais fraco que o primeiro, mas bem melhor que o segundo.

Terror na Ópera (Opera, 1987)

da5

Já feito no final da década de 80. Bem tenso a história da cantora de opera que é ameaçado por um admirador, que a obriga a assistir os assassinatos que comete. Mistura opera com heavy metal na trilha+estilo bem anos 80+bem violento, então nem tem como não gostar.

Argento fazendo um filme da época mesmo, pegando muita coisa dos anos 80 mesmo, estilizado. Não sei se tivesse visto na época, junto de tantos outros ali, talvez não tivesse me ligado muito, mas agora tem o ar saudosista que ajuda muito.

Nota – 4/4

Melhor Filme do Box: O Pássaro das Plumas de Cristal

Pior Filme do Box: O Gato de Nove Caudas

1999: DARIO ARGENTO, FILM DIRECTOR

[Próximo Lançamento] Double Dragon IV (PS4/PC)

Double Dragon IV acaba de ser anunciado. Vai ser lançado dia 30/01/2017 pela Arc System Works para PS4 e PC. Veja o trailer:

 

Depois desse anúncio, qualquer um que viveu aquela época diria: Mas já não existe um Double Dragon IV? O Double Dragon V, eu sei que existe! Lembrando da história da série: Depois da trilogia clássica dos arcades, sim, já tivemos um Double Dragon IV e V. O Super Double Dragon (ou Return of Double Dragon no Japão) do Super Nintendo, lançado em 1992, é considerado o quarto jogo da série. Depois dele veio Double Dragon V – The Shadow Falls lançado para Super Nes e Mega Drive em 1994, mas esse quinto jogo não é beat’em up como os anteriores. Aqui fizeram um game de luta na linha Street Fighter 2. Depois desse, a série ganhou outro game nesse estilo lançado pro Neo Geo em 1995, com o simples título de Double Dragon (sem subtítulos ou número). E mais recentemente tivemos Double Dragon Neon lançado na 7ª geração de consoles. Sem falar em remakes e ports dos jogos originais em vários consoles.

Só que esse ‘novo’ Double Dragon IV é continuação direta da trilogia do Nes 8 bits, que com certeza, foi onde a série viveu seu apogeu de popularidade. Por isso usa o mesmo estilo gráfico deles. Temos um game nostálgico para aqueles que jogaram os games no videogame de 8 bits. Mas esse anúncio é importante? Eu considero que sim, como foi o do Megaman 9 lançado para PS3, Xbox 360 e Wii, em 2008, que também era uma série legal voltando, mas trazendo os traço da era 8 bits, surpreendendo todos que sempre esperam novos jogos buscando um certo nível gráfico atual. Ali não se buscava isso e se enaltecia o estilo antigo. Esse Double Dragon IV é um novo game nesse estilo.

Ano após ano testemunhamos a evolução da indústria. Aparelhos cada vez mais potentes, games cada vez mais realistas, jogabilidade aperfeiçoadas, gráficos aprimorados. Mas para evoluir tenhamos que sempre “ir pra frente”? Ou seja, os games tem que sempre serem “maiores” e mais aprimorados? Na minha visão, diria que: não necessariamente. Claro, que essa evolução tecnológica é necessária e “imparável”, a indústria vai sempre buscar por isso, até pela concorrência que existe. Sempre vai ter empresa querendo criar e trazer algo novo que não foi realizado antes, fazer algo maior ao que foi feitos antes, e um enorme público dessa indústria também vai sempre querer isso.

Mas quando digo “não necessariamente”, é que nem todos os jogos ou todas empresas tem que trabalhar nesse rumo. Afinal, temos no mundo dos videogames, públicos com gostos variados, como existe em todas áreas, como cinema, música, teatro e literatura. A indústria evolui a partir do momento que consegue busca alimentar todos esses gostos, todos esses públicos. Existe, sim, muitos que curtem estilo gráficos e tecnológicos do passado, então, porque não fornecer isso a eles? Vivemos ainda na época em busca de gráficos top e realistas, então não deixa de ser notável, uma revisitada no passado.

Uma coisa não precisa sobrepassar a outra. Fazer um game com estilo gráfico de 8 bits (ou 16, ou 32 ou 64) não quer dizer que vamos todos voltar ao passado. Somente temos um game que atende uma parcela do público que  curte esse estilo, tanto faz se é estilo gráfico de 8, 16 ou 32/64bits. Foram épocas que criaram seus próprio conceitos e é sempre bom revisitá-los.

Bom revê-los, irmãos Lee!

dd

[PS4] Assassin’s Creed Syndicate (2015)

Fabricante: Ubisoft

acs

Meu histórico com a série Assassin’s Creed:

Na época louca de sair comprando tudo pra coleção, acabei comprando jogos da série Assassin’s Creed. AC, AC 2, AC Brotherhood, AC Revelations no PS3; AC3 e AC 4 no WiiU. Com a bagunça no lançamento do AC Unity em 2014 acabou sendo o único que não comprei, deixei pra lá. Falei que só compraria outro jogo da série se jogasse e fechasse qualquer um dos outros que tinha.

ac

Sim, porque comprava os games, mas jogar pra valer, não. Só dava uma olhada inicial mesmo. Colecionador é assim mesmo, muitas vezes compra os games, e dava uma olhada, mas só continuava se o jogo me animava, senão ficava encostado, para jogar outra hora. Mas ficar animado nunca tinha rolado com os games dessa série. Até gostava, achava legal, e só. Fiquei devendo uma jogada real na série…

Sobre Assassin’s Creed Syndicate: 

Agora que estou comprando com mais parcimônia (falta de dinheiro faz isso), esse AC Syndicate acabou entrando na lista dos ‘dispensáveis’. Não planejada comprá-lo tão cedo (até porque, como disse, só compraria outro da série quando fechar algum que tinha), mas tinha algo com o game que me seduziu: Londres dos anos 1800. Tinha jogado o The Order 1886 e o que mais me chamou no game foi o retrato desse período, e como o The Order  1886 durava pouco, rápido de fechar, fiquei só com o gostinho na boca mesmo dessa Londres dos anos 1800…

Mas vem Assassin’s Creed Syndicate que se passa na mesma época e local, então fiquei prestando atenção nele mesmo que sem querer, mas deixei pra comprar outros games que tinha certeza de que jogaria. No fim, acabei comprando porque achei um preço convidativo numa promoção. Dei a olhada costumeira nele depois da compra e no primeiro momento, acabei sendo afastado pela jogabilidade. Vi que o grande problema meu com a série seria essa jogabilidade “meio automática” que os games da série tem. Enfim, deixei ele quieto ali. Achei que seria mais um encostado.

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Mas num fim de semana qualquer resolvi tentar novamente esse AC Syndicate. Tinha falado pra mim mesmo que jogaria o game de qualquer jeito se o comprasse, então insisti. Nessa segunda olhada as coisas começaram a fluir bem melhor e do nada, me acostumei melhor com a jogabilidade, e fui gostando da história e, principalmente, dos personagens. O game tem um início ali de tutorial meio chato, mas necessário (no meu caso), só que quando se entra no open world, tudo ficou bem grande mesmo, e era justamente isso que tinha sentido falta no The Order 1886: um game gigante. Mapa imenso e muitas missões (principais e sub-missões). Estava realizado, o game tava perfeito. Me joguei nele.

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Uma novidade: Pode se escolher entre um homem ou uma mulher na suas missões. Personagens principais são Evie e Jacob Frye, dois irmãos gêmeos, mas com habilidades específicas, além de algumas missões diferentes. Ambos tem suas próprias estratégias pra vencer o chefão final. Jacob quer conquistar território através de gangues, e Evie está atrás de um artefato que pode fazer a diferença na batalha final. Vá com quem você achar melhor evoluindo no jogo do jeito que quiser. Minha preferência é o Jacob, mas Evie tem muita missões legais (na verdade, o game tem milhares de missões legais e interessantes, então vá se divertir tanto com um personagem como com o outro).

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Além de cenários de uma Londres muito bem retratada, e linda o game tem uma direção de arte ótima. Visual dos personagens muito bem inspirado no filme Gangues de Nova York (2002) de Martin Scorsese:

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Paletós grande coloridos, caças chamativas, bengalas, inclusive a cartola que o personagem de Daniel Day Lewis usa é o que Jacob usa em muitas das suas opções de roupa.

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Na jogabilidade, o game tem elementos que curto como escalar prédios (like Uncharted) e também sair caminhando pelos telhados da cidade (like InFamous), mas são elementos esses que já faziam parte da série, a novidade aqui é a tirolesa. Agora se usa essa corda para alcançar um prédio mais distante ou subir qualquer um com mais rapidez. Uma agilidade extra na hora de se locomover no mapa. Outro elemento clássico da série também presente é o stealth.  Tenho muitas dificuldades com stealth, mas o game te dá outras opções pra continuar, podendo atirar nos inimigos ou lutar com eles fisicamente. E a curva de aprendizado para stealth aqui é muto boa, tanto que me sinto bem melhor nesse quesito depois de algum tempo jogando o game.

acs-2

Talvez a única bola fora do game é dublagem em português BR. Sem sincronismo em muitos diálogos, sem falar que nem tudo foi dublado em português,  assim você caminhará pelas ruas de Londres e ouvirá muitos transeuntes ainda falando em inglês. Mas curti a muito a voz do personagem que estou usando (Jacob), daí optei pela dublagem BR mesmo.

Enfim, Assassin’s Creed Syndicate já passou do “game que curto” pra “game que idolatro”. Com certeza, um dos melhores games que joguei nas últimas gerações de consoles, além de ser um dos melhores ‘open world’ do mercado (pra mim, só perde pro GTAV), e até me fez querer jogar os demais games da série com mais afinco, mas não antes de aproveitar esse game Syndicate em toda sua plenitude.

P.S.: O primeiro bug, a gente nunca esquece!

acs1

Fui pular uma janela, mas o personagem não caiu no chão nem segurou na parede, ficou no alto suspenso. E não saia de lá ficou preso, tive que reiniciar. Mas tudo bem. Acho que passar por um bug desse não deixa de ser uma ‘iniciação’ pra quem joga algum game da série Assassin’s Creed.

Nota – 5/4

acs